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Tema: ¿Que es la belleza?.

  1. #1
    Aliocha está desconectado Miembro graduado
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    ¿Que es la belleza?.

    Estimados foristas, es un placer pasar por aquí. Estos últimos tiempos me está empezando a interesar la estética como disciplina filosófica, así que les voy a hacer esta pregunta.

    ¿Que es la belleza?. ¿Se se entiende por bello?. Para Tomas de Aquíno lo bello es lo bueno, donde la estética se une a la moral. Para Jeremy Bentham lo bello es lo útil, donde la estética depende de la economía.. Para León Tolstoi, lo bello depende "del gusto de la mayoría". Para Kant, la belleza es subjetiva y está en la conciencia de cada uno.

    ¿La belleza es subjetiva o es más bien objetiva?. ¿Existe una belleza objetiva que sea válida para todas las personas?. De antemano, agradeceré vuestras amables respuestas.

    Saludos cordiales.
    Última edición por Aliocha; 25/10/2010 a las 23:13

  2. #2
    Avatar de Hyeronimus
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    Re: ¿Que es la belleza?.

    El placer es nuestro, Aliocha. La verdad es que es un tema bien interesante. Para empezar, puedes mirar este hilo

    http://hispanismo.org/cultura-general/11022-la-belleza-existe.html

    En el subforo de cultura general hay hilos sobre arte y otros temas similraes que pueden complementarlo.

    De las cuatro definiciones que das, me quedo con la de Santo Tomás de Aquino.

    Para mí, la Belleza es superior a la interpretación subjetiva o el gusto particular de cada uno. La suprema belleza es Dios, independientemente de lo que piense cada uno. Tampoco creo que la belleza esté sujeta a un consenso democrático, como dice Tolstoi. Si la mayoría no está educada y tiene mal gusto, no puede apreciar la verdadera belleza. Lo bello es bello, lo mismo que la Verdad es Verdad, y no lo deciden los números.

  3. #3
    Avatar de Hyeronimus
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    Re: ¿Que es la belleza?.

    Aliocha, si entiendes el portugués, este artículo sobrre la belleza es imprescindible:

    Estilhaços do Belo


    Sidney Silveira
    Na dimensão estética do homo liberalis, há uma fratura entre ser e conhecer, entre a inteligibilidade dos entes e a inteligência humana, entre o Belo ontológico e o Belo gnosiológico — pois, ao encerrar-se na pseudo-autonomia da sua consciência individual, a pretexto de ser “livre”, o liberal escravizou-se no reino da sensibilidade, onde a beleza não consegue ultrapassar, na medida e no nível em que humanamente poderia e deveria, a região dos sentidos: tanto dos sentidos externos, que captam a materialidade das coisas; como do sentido interno da imaginação, cuja capacidade de associar e dissociar imagens (e orientá-las à vis cogitativa da alma) sofreu um déficit fundamental, dado o patológico anseio de “autonomia”, de liberdade absoluta, em que o liberal está tristemente arrojado. Em suma, tal anseio exacerbado é causa próxima da imensa dificuldade que o liberal tem de hierarquizar ações e sensações e ordená-las a fins necessários extra mentis, dificuldade de vislumbrar nas coisas uma beleza além da de suas formas externas. Analogamente, é como um jogador de xadrez que, ao ver um tabuleiro com as peças em determinada posição, só enxergasse a beleza da disposição material delas, mas fosse cego à contemplação de sua beleza inteligível, ou seja: a da variante do jogo, com todas as implicações e possibilidades da posição.

    Na prática, dado o seu radical despojamento do que é mais importante (na captação e conseqüente valoração dos entes, pelo homem), o liberalismo, no decorrer dos últimos duzentos anos, produziu, teorizou e disseminou pelo mundo:

    Uma beleza sem dimensão teleológica.
    Uma beleza sem verdade. Sem o horizonte orientador do verum.
    Uma beleza sentida e/ou percebida, que não alcança plenamente a região do inteligível.
    Uma beleza sem bem e, portanto, sem moral.
    Uma beleza da mera justaposição dos materiais usados.
    Uma beleza sem ética — sem dever-ser. Indutora da revolução dos costumes, de uma permanente e nunca assaz satisfeita quebra de códigos.
    Uma beleza do simples artesanato.
    Uma beleza sem sublime.
    Uma beleza sem ‘noesis’ e, portanto, sem ordem, em sentido próprio.
    Uma beleza da imanência e, portanto, incapaz de proporcionar verdadeiro êxtase.
    Uma beleza da “autonomia” do Belo em relação às dimensões transcendentais do Ser.
    Uma beleza sem a presença do sagrado, ou seja: sem a sombra de Deus.
    Uma beleza sem os arquétipos da condição humana.
    Uma beleza do devir em detrimento do ser.
    Uma beleza do tipo l’art pour l’art.

    Uma beleza da inversão dos meios e dos fins.

    Emancipada do seu alcance metafísico, teológico, gnosiológico e ético, como acontece no liberalismo, a arte (e toda a presumível beleza que seja capaz de produzir) se esvai em jogos formais vazios. Não lhe restará senão ser mistificadora, totêmica, fantasiosa, espectral, formalista, voluntarista, imoralista, “conceitual”, etc. Em síntese, restam tão-somente estilhaços do Belo — cuja fragmentação teórica e prática é proporcional à fragmentação do homem que a teoria liberal, artificiosamente, criou: um ente cindido por potências entre as quais não existe uma hierarquia relativa aos bens que cada uma é capaz de atualizar, mas apenas a liberdade “absoluta” da vontade.

    Nesta configuração, a arte se transforma em um tipo de ação humana totalmente desprovido e/ou alheio ao reino do supra-sensível. E, ainda que, em tal perspectiva, se consigam identificar certos aspectos isolados do Belo — como proporção e harmonia — jamais será uma beleza elevada, jamais edificante, jamais extasiante, jamais íntegra. Será, isto sim, uma beleza avessa à excelência espiritual a que o homem (dadas as suas potências distintivas) é vocacionado, individual e socialmente. E ai de quem apontar limites gnosiológicos ou morais para tal tipo de beleza...

    Este, senhores, é o admirável mundo forjado pela cosmovisão liberal. Um mundo no qual a beleza (podada de suas reais dimensões, reduzida a uma casca superficial) torna-se, cada vez mais, um chamado ao abismo, à queda, ao erro, à mentira, às paixões mais loucas. Um mundo no qual a beleza torna-se um chamado a prazeres tão intensos quanto angustiosos e lancinantes, pois cauterizam em nós o que há de mais elevado: a imagem e a semelhança divinas.


    Contra Impugnantes: Estilhaços do Belo

  4. #4
    Avatar de DON AMBROSIO
    DON AMBROSIO está desconectado Miembro graduado
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    Re: ¿Que es la belleza?.

    Libros antiguos y de colección en IberLibro
    Fuente: "El diván de Sancho Panza"

    LA BELLEZA DE LO COTIDIANO
    Tal día como hoy, año 1839, nació Paul Cézanne en la localidad francesa de Aix-en-Provence. Hijo de un sombrerero reconvertido en banquero, la estabilidad económica familiar le permitió dedicarse de lleno a la pintura sin tener que pasar penurias.

    Pasó su vida entre París y su Provenza natal. En la primera entabló gran amitad con el pintor Camille Pissarro que fue su verdadero maestro y reanudó su amistad con el escritor Emile Zola, del que ya lo fuera en su adolescencia. Como buena parte de los grandes artistas, tuvo un carácter difícil y escasos amigos. Fue un "pintor de pintores" ya que su obra no era reconocida por la crítica y el gran público pero sí muy apreciada por sus colegas (Renoir, Van Gogh, Manet, entre otros).

    Trató de representar el mundo tal y como se presentaba ante su ojos, sin idealizaciones temáticas, al igual que su amigo Zola con el naturalismo literario. Representó las escenas cotidianas elevándolas a la categoría artística que les correspondía. Siempre consideró que no lograba alcanzar el objetivo, por lo que dejó inacabadas muchas de sus obras y destruyó otras tantas. "Cuando juzgo el arte, cojo mi cuadro y lo pongo junto a un objeto obra de Dios como un árbol o una flor. Si desentona, no es arte" afirmó a quienes le conocieron.

    Puede afirmarse que Paul Cézanne es el enlace entre el impresionismo y el cubismo, entre el arte del siglo XIX y el del siglo XX.

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