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Tema: Navegantes portugueses ilustres

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    Navegantes portugueses ilustres

    GIL EANES Navegador português, escudeiro do Infante D. Henrique, que pela primeira vez passou além do cabo Bojador, dissipando o terror supersticioso que este promontório inspirava e iniciando assim a época dos grandes Descobrimentos (1434).


    JOÃO GONÇALVES ZARCONavegador e fidalgo português da Casa do Infante D. Henrique. Comandante de caravelas, descobriu a ilha de Porto Santo (1418), com Tristão Vaz Teixeira; depois a ilha da Madeira, com Bartolomeu Perestrelo (1419). Auxiliou sempre o Infante nas suas empresas marítimas.


    BARTOLOMEU DIAS Célebre navegador português, descendente de Dinis Dias. Ignora-se onde e quando nasceu.
    Em 1486, confiou-lhe D. João II o comando de duas caravelas, de 50 toneladas cada uma, para ir colher notícias do Prestes João.
    Descobriu primeiro a angra dos Ilhéus, hoje baía de Spencer, e o cabo das Voltas. Assaltou-o em seguida violento temporal. Treze dias andaram os navegantes à mercê do vento e das ondas. Quando o tempo serenou, procuraram costa para leste e só encontraram mar.
    Navegaram então para o norte e foram descobrindo diversos portos. Não quiseram, porém, as tripulações passar além de um rio, a que foi dado o nome de rio do Infante, e obrigaram o capitão a retroceder. Foi só então que descobriram o grande cabo, que haviam dobrado sem dar por tal (1487). Aí levantou Bartolomeu Dias o padrão chamado de São Filipe, e ao cabo deu o nome de Tormentoso, que D. João II substituiu pelo de Boa Esperança. Bartolomeu Dias acompanhou, em 1500, Pedro Álvares Cabral na famosa viagem em que este descobriu o Brasil. Quando a frota seguia para a Índia, o navio, em que ia Bartolomeu Dias, naufragou (1500) e o valente marinheiro achou a morte junto do mesmo cabo da Boa Esperança, de que fora glorioso descobridor, verificando-se assim o vaticínio do gigante Adamastor em Os Lusíadas.



    VASCO DA GAMA Célebre navegador português, nascido em Sines (1469-1524), a quem D. Manuel I confiou o comando da frota que em 8 de Julho de 1497 largou do Tejo em demanda da Índia, e que se compunha de quatro pequenos navios: S. Gabriel, S. Rafael, Bérrio e S. Miguel, (este último não passou da baía de S. Brás, onde foi queimado).
    Em 2 de Março de 1498, aportou a esquadrilha a Moçambique depois de haver sofrido medonhos temporais e de ter Vasco da Gama sufocado com mão de ferro uma revolta da marinhagem.
    O piloto que o sultão de Moçambique lhe deu para o conduzir à Índia, foi secretamente incumbido de entregar os navios portugueses aos Mouros em Mombaça. Um acaso fez descobrir a cilada e Vasco da Gama pôde continuar até Melinde, cujo rei lhe deu um piloto árabe, conhecedor do Índico.
    Em 17 de Abril de 1498, avistava Calicute. Estava descoberto o caminho marítimo para a Índia.
    D. Manuel recompensou este glorioso feito, nomeando Vasco da Gama almirante-mor das Índias e fazendo-lhe doação de trezentos mil réis de renda. Voltou mais duas vezes à Índia, de que foi governador e segundo vice-rei.
    PEDRO ÁLVARES CABRALNavegador português, nascido em Belmonte, por 1467-68, e a quem D. Manuel I confiou o comando da segunda armada que mandou à Índia.
    Partiu Cabral de Lisboa em 9 de Março de 1500, e, como se tivesse desviado a sua rota para descobrir novas terras, não tardou a encontrar o Brasil, a 3 de Maio de 1500, no dia de Santa Cruz. Daí seguiu para a Índia.
    No seu regresso, D. Manuel concedeu-lhe muitas honras, mas nunca mais utilizou os seus serviços. Pedro Álvares Cabral morreu esquecido em Santarém, uns dizem em 1520, outros em 1526. Foi-lhe erigido um monumento no Rio de Janeiro e outro em Lisboa, na Avenida que tem o seu nome.




    FERNÃO DE MAGALHÃES Navegador português, militou brilhantemente na Índia e na África. Descontente por não ter havido obtido de D. Manuel I uma recompensa a que se julgava com direito, foi oferecer os seus serviços a Carlos V, que lhe confiou uma frota de cinco caravelas.
    Em setembro de 1519, seguiu Magalhães rumo ao Ocidente. Durante a viagem teve de subjugar várias revoltas das tripulações. Chegado à costa americana, foi navegando ao longo dela para o sul, depois de visitar o Rio de Janeiro; e assim descobriu a passagem interoceânica a que ficou ligado o seu nome: o estreito de Magalhães. A frota, reduzida a três caravelas, penetrou no Pacífico, descobriu as ilhas hoje denominadas Marianas e o arquipélago que depois se chamou das Filipinas. Aí foi morto Magalhães numa rixa com os indígenas, a quem pretendia converter ao cristianismo. O seu piloto Elcano conseguiu regressar à Europa com a única das caravelas que restava, a Vitória, completando assim a primeira viagem de circum-navegação que se efectuou no globo, mas cuja glória pertence a Fernão de Magalhães (1480?-1521).


    GONÇALO VELHO CABRAL Navegador e guerreiro português (séc. XV). Íntimo colaborador de Dom Henrique. Introduziu famílias e gado nas ilhas de Santa Maria e São Miguel (Açores), das quais foi o primeiro capitão-donatário.



    DIOGO CÃO Navegador português, que, por duas vezes (1482 e 1484), foi mandado aos descobrimentos por D. João II.
    Dirigiu-se para a Mina e daí para o Zaire. Depois de várias vicissitudes seguiu até à ponta dos Farilhões (serra Parda), a 22° 10', de latitude Sul, donde regressou ao Zaire, que subiu, a fim de visitar o Rei do Congo. Regressou ao Tejo em 1486, trazendo o ensinamento conveniente para atingir a África do Sul a navegar pelo largo, como fez Vasco da Gama. Na Sociedade de Geografia de Lisboa existem alguns padrões de Diogo Cão (séc. XV).


    http://www.geocities.com/SoHo/3808/navegadr.html

  2. #2
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    Re: Navegantes portugueses ilustres

    Cristóvão de Mendonça

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Ir para: navegação, pesquisa
    Cristóvão de Mendonça foi um explorador português e estadista que viveu aproximadamente em 1500.
    Supostamente navegou num navio (hoje conhecido como "Mahogany Ship" ou "Navio de Mogno" no folclore australiano) ao longo da costa oriental e do sul de Austrália antes de ter sido destruído algures nas proximidades de Warrnambool, Victoria.
    Em 1522, crê-se que Mendonça comandou um conjunto de 4 caravelas numa viagem requisitada pela Coroa Portuguesa para explorar além da zona do estreito de Magalhães na extremidade sul da América do Sul em direcção ao Pacífico depois da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães[1]. A viagem foi mantida secreta porque provavelmente violaria o Tratado de Tordesilhas, no qual Portugal concordou que Espanha teria direitos exclusivos à exploração na maior parte das Américas, e as regiões entre as Américas e Ásia.
    Mais tarde foi Capitão-Mor da cidade de Ormuz de 1527 a 1532, uma possessão portuguesa, de 1515 a 1622, antes de ser incorporada na Pérsia em 1622.
    Na edição de 19 de Março de 2007, numa notícia publicada pelo jornal australiano "The Sydney Morning Herald", Peter Trickett reforça a teoria de que foram os portugueses, por Cristovão de Mendonça, os primeiros colonos europeus a chegar à Austrália, em 1522, quase 250 anos antes de James Cook (1770). Num dos mapas mais misteriosos do "Vallard Atlas" (mapas que datam até 1545), Trickett conseguiu verificar com a ajuda de um computador que se rodasse 90º metade do mapa, conseguiria obter as costas leste e sul australianas em extraordinário detalhe. Além disso, este mapa particular tem 120 nomes de localidades escritos em português e não em francês. A origem da construção deste Atlas do Mundo como era conhecido para os europeus na altura, foi feita em Dieppe, na França - por isso, estes mapas são também conhecidos por "Mapas de Dieppe".

  3. #3
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    Re: Navegantes portugueses ilustres

    Mapas 'revelam' que português descobriu Austrália em 1522


    Livro 'Beyond Capricorn' traz mapas que confirmariam teoriaA Austrália foi descoberta pelos portugueses, e não pelos holandeses ou britânicos, de acordo com um novo livro.
    O livro Beyond Capricorn (Além de Capricórnio, em tradução-livre), do pesquisador Peter Trickett, foi lançado nesta semana pela editora australiana East Street Publications.
    Segundo a obra, um explorador português, que liderava uma frota de quatro navios, entrou na Baía de Botany, no que hoje é a Austrália, no ano de 1522.
    A data é quase cem anos antes da passagem dos holandeses e 250 anos antes da chegada do britânico Capitão Cook, que reivindicou a Austrália como propriedade da Grã-Bretanha em 1770 na mesma baía.
    Mapas
    A prova estaria em mapas marítimos encontrados em um baú de uma biblioteca de Los Angeles, nos Estados Unidos.
    Os mapas, desenhados à mão, descobertos pelo autor Peter Trickett, mostram mais de cem locais nas costas da Austrália e da Nova Zelândia, com nomes em português.
    "Isso pode ser um choque para os anglófilos, mas as evidências nos mapas não deixam nenhuma dúvida de que os portugueses navegaram na baía de Botany e a representaram graficamente 250 anos antes da chegada de Cook em seu (navio) Endeavour", disse Trickett.
    "Os portugueses, provavelmente, estiveram lá em dezembro de 1522. Seu mapa da baía de Botany foi incrivelmente preciso. Todos os detalhes da baía são mostrados", disse.
    Segundo o livro, a descoberta não foi por acaso, mas, sim, o resultado da expedição de quatro navios ordenada pelo então rei Manuel 1º de Portugal.
    As descobertas teriam sido mantidas em segredo por causa da "paranóia de Portugal com a ameaça de seu rival maior e mais poderoso, a Espanha".
    "Qualquer tentativa de divulgar esses segredos de Estado era um crime punido com a pena de morte", explicou Tricket.
    O Atlas Vallard, que contém os mapas, foi compilado pela primeira vez em 1547, na França, usando gráficos portugueses.
    A obra foi mantida em residências de aristocratas franceses e, posteriormente, britânicos, antes de ser comprada pelo magnata americano Henry Huntington e adicionada à biblioteca criada por ele em Los Angeles.

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/repo...ralia_ir.shtml

  4. #4
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    Re: Navegantes portugueses ilustres

    Libros antiguos y de colección en IberLibro
    Gaspar Corte Real

    De Wikipedia, la enciclopedia libre


    Saltar a navegación, búsqueda
    Gaspar Corte Real fue un navegante portugués procedente de una familia hidalga de las islas Azores.
    Participó en la búsqueda de la ruta marítima que condujera a la India. Don Juan Manuel, al ser nombrado rey como sucesor de Juan II, lo apoyó en su tarea de reconocer las tierras que había correspondido al Reino de Portugal tras la firma del Tratado de Tordesillas.
    Recorrió estos lugares, llegando a la conclusión de que esos nuevos territorios formaban un continente. Esta hipótesis servirá para que Pedro Alvares Cabral realice sus primeros viajes a Brasil. Corte Real emprenderá otras expediciones, en esta ocasión a Norteamérica.
    En 1500 parte del puerto de Lisboa en dirección a Terranova y al año siguiente se encamina hacia Groenlandia aunque no llegó a su destino ya que las corrientes le desviaron alcanzando la península del Labrador. Desde allí intentó viajar hacia las colonias lusitanas del sur pero se perdió en la travesía. Su hermano Miguel Corte Real fue en su busca y tuvo la misma suerte.

    Obtenido de "http://es.wikipedia.org/wiki/Gaspar_Corte_Real"

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