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Tema: Andreas Hofer

  1. #1
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    Andreas Hofer

    Andreas Hofer,Líder contra-revolucionário do Tirol

    10/1/2006
    José Maria dos Santos


    Apesar de alguns senões em sua vida, o chefe tirolês tornou-se símbolo da resistência católica contra as forças revolucionárias de seu tempo e de fiel servidor da Casa d'Áustria

    Andreas Hofer
    </B>O Tirol, essa pitoresca província austríaca no centro da cadeia dos Alpes, no início do século XIX limitava-se a oeste com a Suíça e o Vorarlberg austríaco; ao norte, com a Baviera; e ao sul, com a Itália. Região montanhosa — dezenas de seus picos se elevam a mais de três mil metros de altitude — suas comunicações se faziam pelos vales, principalmente os dos rios Inn e Adige. Constituía uma província do Sacro Império Romano Alemão.(1)
    Por sua altitude, a neve cobria o Tirol durante seis meses. Sendo suas vilas distantes umas das outras, era normal que os entroncamentos das estradas fossem salpicados de albergues, não só onde os viajantes pudessem passar a noite, mas que servissem também de ponto de encontro para o povinho em busca de notícias.
    Foi num desses albergues, o de Sandhof, que nasceu Andreas Nikolaus Hofer à meia-noite do dia 22 de novembro de 1767. Seu pai, Josef Hofer, atingira já os quarenta e três anos, e sua mãe, Maria Hofer, tinha pouco menos e já havia dado à luz três meninas. Ela morreria apenas três anos depois. Josef contrairá segundas núpcias, mas morrerá em 1774, deixando Andreas, com apenas sete anos de idade, duplamente órfão.
    O menino foi criado pela irmã mais velha e o cunhado, que tomaram a direção do albergue que desde o século XVII pertencia à família. Formado no cadinho das tribulações, Andreas habituou-se a resolver por si só seus problemas, o que lhe deu uma precoce maturidade.
    Nessa região extremamente religiosa, Andreas aprendeu em casa e na igreja os fundamentos da Religião católica; uma fé viva e profunda piedade marcarão seu futuro. Na escola comunal, instituída pela imperatriz Maria Teresa anos antes, ele aprendeu a ler, escrever e contar.
    O “General Barbone”, presença marcante no Tirol

    Batalha de Bergisel: vitória dos tiroleses e reconquista de Innsbruck
    Apenas entrado na adolescência, Andreas deixou o lar para ir ao extremo sul do Tirol trabalhar com alberguistas e comerciantes de vinho. Nessa área italiana da província, aprendeu com facilidade a língua local, falando-a fluentemente.
    Aos 20 anos de idade, voltou para Sandhof e tomou a direção do albergue familiar; a irmã e cunhado instalaram-se em outra província.
    O jovem e esforçado alberguista, para liquidar as dívidas pendentes do estabelecimento, resolveu acrescentar a ele o comércio de vinho, licores e cavalos.
    No ano seguinte, em 21 de julho de 1789, com 21 anos de idade, Andreas contraiu matrimônio com Anna Ladurner. Nascerão dessa união seis meninas (das quais duas morrerão cedo) e um menino.
    Andreas era então, por sua maturidade e determinação, um homem feito. Seu porte era mediano, largo de espáduas, de uma força física admirável. Tinha o rosto arredondado, pequenos olhos castanhos e cabelos pretos. Mas o que destacava mais sua presença era uma abundante e prestigiosa barba negra, que mais tarde fará com que o chamem de “General Barbone”. Andreas era jovial, afável, sempre contente, e se comprazia em conversar. Em breve ele se tornou uma das figuras mais populares no sul do Tirol.
    Reação católica contra despotismo revolucionário de José II

    Concessão a Andreas Hofer da comenda de honra e de 3000 ducados por parte do enviado do Imperador
    O Imperador José II, imbuído das idéias revolucionárias da época, sancionou várias leis de caráter igualitário e totalitário, as quais visavam nivelar as autoridades locais segundo um modelo administrativo uniforme, com funcionários diretamente ligados a Viena. Isso era muito mal-visto pelo conservador Tirol. Mas foram sobretudo suas medidas em relação à Igreja católica que mais violentamente repercutiram na região. O monarca dissolveu conventos das ordens contemplativas, instituiu um seminário único em Innsbruck, capital do Tirol, dotado de professores adeptos das idéias novas, e chegou a suspender as peregrinações e as procissões seculares, até decretar quantas velas se podiam acender nas igrejas, quais preces públicas estavam autorizadas e quantas badaladas podiam dar os sinos paroquiais durante o dia.
    Os tiroleses eram profundamente católicos. Em toda parte erigiam oratórios e calvários. Passando diante deles, o viandante persignava-se. Se estava com tempo, ajoelhava-se e rezava o terço. Encontrando um conhecido, saudava-o com o tradicional “Grüs Gott” (Deus vos abençoe). Aos domingos toda a aldeia assistia devotamente, de joelhos, ao santo Sacrifício da Missa. E à tarde, participava das Vésperas ou de alguma procissão.
    Isso explica a reação generalizada da província contra as reformas do Imperador José II: “O Tirol entrou em resistência aberta. As práticas piedosas proibidas foram mantidas, a despeito da lei. Os editos imperiais afixados nos povoados foram arrancados. No púlpito os padres tronavam contra o Imperador, invocando a cólera do Céu sobre ele”.(2)
    Não é pois de se admirar que também, quando as tropas revolucionárias francesas invadiram a Áustria, os tiroleses considerassem Napoleão como o Anticristo, por ter prendido o Papa.
    Tirol, profundamente vinculado à Casa d´Áustria
    Em agosto de 1805, na guerra da coalizão contra a França, o Arquiduque João, de 23 anos, foi nomeado comandante-em-chefe das forças imperiais na região dos Alpes. A estima entre o príncipe e o povo tirolês foi recíproca, e deveria durar até mesmo na derrota.
    No início de novembro desse mesmo ano, massacrando uma guarnição tirolesa em Scharnitz, o general napoleônico Ney penetrou em Innsbruck. No fim desse mês, os franceses foram substituídos pelos bávaros. E no dia 26 de dezembro desse ano a Áustria assinava a paz. No acordo estabelecido nessa ocasião, o Tirol ficaria pertencendo à Baviera, se bem que “com os mesmos títulos, direitos e prerrogativas que ele possuía sob Sua Majestade, o Imperador da Áustria ou os príncipes de sua Casa, e não de outro modo”.
    Apesar de serem vizinhos, de terem uma língua comum e a mesma Religião, tiroleses e bávaros não se estimavam. Imbuído dos princípios da Revolução Francesa e pertencendo à franco-maçonaria, o rei bávaro, Maximiliano José, aderira plenamente às idéias liberais.
    Mesmo tendo prometido salvaguardar integralmente o direito de propriedade e das pessoas, o monarca bávaro não era bem visto pelos tiroleses, que o julgavam um anticlerical, e sobretudo porque um vínculo muito profundo os ligava à Casa d’Áustria.
    Todos acorrem para lutar por Deus, pelo Imperador, pelo Tirol

    11 de novembro de 1809: recomeço do levante tirolês após breve trégua.
    De 1806 a 1808 o governo bávaro, imbuído das idéias do livre-pensamento do século XVII, procurou aplicar no Tirol uma política religiosa que feria os sentimentos, os costumes e as aspirações da população. Foram proibidas a Missa do Galo, as cerimônias religiosas noturnas, a bênção do Santíssimo depois da Missa cantada; foram interditadas as rogações, as novenas, a Via Sacra, as procissões, as peregrinações, etc. De acordo com o pensamento unânime dos historiadores, essa foi a causa principal da insurreição de 1809.
    Em uma reunião clandestina, no fim do ano de 1807, os tiroleses comprometeram-se a fazer tudo para salvar o catolicismo no Tirol. Entre os presentes estava Andreas Hofer.
    O recrutamento de soldados para engrossar o exército bávaro também foi outra medida mal-recebida, tanto mais que tal medida visava o combate à antiga pátria, a Áustria. Os conscritos fugiam para as montanhas e não se apresentavam.
    Começou então a insurreição. De todas as vilas alpinas acorreram voluntários para lutar por Deus, pelo Imperador e pelo Tirol. Os tiroleses infligiram duas tremendas derrotas às tropas franco-bávaras, inclusive uma delas contra o famoso marechal de Napoleão, Lefèbvre. Andreas Hofer se fez notar como líder nato. Seu prestígio era imenso. Compreendendo suas limitações, nas batalhas deixou o comando tático para companheiros que julgava mais competentes. Seu papel era o de, com sua presença, dar segurança e confiança aos combatentes.
    Andreas Hofer é escolhido como regente do Tirol
    Depois dessas grandes vitórias, ele assina por vez primeira: “Andreas Hofer, comandante nomeado pela Casa d’Áustria”. Ele pede preces públicas de ação de graças. E, fiel ao voto que havia feito antes da batalha, promulgou um edito estipulando que a festa do Sagrado Coração de Jesus deveria ser erigida perpetuamente, em uma solenidade inscrita em vermelho no calendário tirolês.
    Tendo as autoridades bávaras fugido, e não havendo outras nomeadas pelo Imperador da Áustria, os tiroleses escolheram Andreas Hofer como regente do Tirol. Durante dois meses ele governou o Tirol de uma maneira singular. Formou seu conselho escolhendo os membros entre seus amigos. Todos levantavam-se às cinco horas da manhã e começavam o dia assistindo à Missa no palácio do governo. À noite, depois do jantar, recitavam de joelhos um Rosário completo.
    Entretanto, no dia 14 de outubro de 1809 a Áustria assinou outro tratado de paz com a França, que não alterou a situação do Tirol. Em outros termos, ele continuaria pertencendo à Baviera! Ao mesmo tempo, Napoleão confiou a Eugênio de Beauharnais a missão de submeter o Tirol. O general francês, auxiliado pelas tropas bávaras, infligiu derrotas sucessivas aos tiroleses. O filho adotivo de Napoleão conclamou os vencidos a entregar as armas e a reconhecer as autoridades bávaras como legítimas governantes do Tirol. Os tiroleses receberam ao mesmo tempo mensagem do Arquiduque João, comunicando o seguinte: “Eu devo fazer-vos saber que o desejo de Sua Majestade é que os tiroleses permaneçam tranqüilos, e não se sacrifiquem inutilmente”.
    Mancha temporária e piedosa morte

    20 de fevereiro de 1810: fuzilamento de Andreas Hofer em Mântua
    A constatação desse abandono por parte do Imperador austríaco provocou em Andreas Hofer profunda depressão. E ele que era tão religioso, estranhamente, em vez de buscar conforto na Religião, procurou-o infelizmente na bebida, tornando-se um líder indeciso, à mercê de todas influências. Isso o levou a uma imprudente batalha contra os bávaros, na qual os tiroleses foram arrasados.
    Andreas Hofer escondeu-se então nas montanhas. Uma soma de 1.500 florins foi oferecida a quem denunciasse seu esconderijo. Na longa solidão, Hofer se recompôs, rezou, meditou e ofereceu seus sofrimentos pela salvação de sua alma e pelas dos que morreram pelo Tirol.
    Como sucede com freqüência na história humana, apareceu um Judas, pronto para entregá-lo. Franz Raffl visitara Hofer em seu esconderijo. Tinha participado também da insurreição. Mas a recompensa oferecida pela delação tentou-o e ele traiu. No dia 27 de janeiro, Andreas foi preso juntamente com a esposa e filho, que o haviam ido visitar, e um amigo, Sweth, que com ele se encontrava.
    Condenado à morte, confessou-se e recebeu a sagrada Comunhão na manhã de sua execução. E escreveu uma carta a seu amigo Vinzenz von Pühler, repleta de piedosos sentimentos e da crença no Purgatório e na vida eterna.
    Andreas Hofer permanece na memória popular

    Proclamação de Andreas Hofer aos “cidadãos tiroleses italianos”, em 4 de setembro de 1809
    Em janeiro de 1823, cinco soldados de um regimento de caçadores que estava em Mântua levaram de volta para o Tirol os restos mortais de Andreas Hofer. O Imperador Francisco I determinou que fosse sepultado em Innsbruck, na igreja da corte. Ordenou também que um monumento lhe fosse dedicado, encimado com uma estátua do valoroso chefe contra-revolucionário.
    Francisco I, enfim, fez algo pelo vassalo tão fiel desaparecido. Concedeu uma pensão à esposa e filhas de Andreas Hofer, e renovou o certificado de nobilitação de seu filho, assegurando sua educação.
    Os tiroleses não se esqueceram do grande líder. Em cada lar havia uma estampa sua. E a tradição oral manteve viva sua memória. Sua figura encontra-se por toda parte: em soldadinhos de chumbo, em xícaras de café ou cinzeiros.
    Uma estátua gigante do chefe tirolês foi inaugurada em Bergisel pelo Imperador austríaco Francisco José. Em Sandhof foi erigida uma capela ornada com afrescos interiores que narram sua vida.
    Em 1919, pelo tratado de Saint Germain, as regiões do Trentino e do Alto-Adige passaram a pertencer à Itália. Entre outras medidas tomadas por Mussolini em 1923, figurava a proibição de se ter retratos de Andreas Hofer nessa antiga província do Tirol.
    Hofer, devido à sua posição contra-revolucionária, tornou-se um símbolo do patriotismo austríaco contra os inimigos do norte e a anexação da Áustria à Alemanha, em 1938.
    Em 1945 o governo de Innsbruck renovou o voto ao Sagrado Coração de Jesus, feito por Hofer, e a constituição provincial adotada em 1960 começa com a “fidelidade a Deus” em primeiro lugar, como Andreas Hofer teria feito.
    ____________
    Notas:
    1. Todas as referências deste artigo foram extraídas do livro de Jean Sévillia, Le Chouan du Tyrol, Perrin, Paris, 1991.
    2. Op. cit. p. 60.


    Veja:
    http://www.catolicismo.com.br/

  2. #2
    Avatar de Ordóñez
    Ordóñez está desconectado Puerto y Puerta D Yndias
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    Andreas Hofer (Contea - Oltre il confine)


    La Cristiandad contra-revolucionaria: Andreas Hofer el "Chouan del Tirol".





    EMOCIONANTE CANCIÓN DEL GRUPO ITALIANO CONTEA

    Andreas Hofer es un héroe del Tirol contra-revolucionario. Combatió a los ejércitos de Napoleón durante la ocupación francesa del Tirol. Ferviente patriota y católico defendió su tierra y sus tradiciones hasta que traicionado fué capturado y fusilado en febrero de 1810.

    Andreas Hofer, otro gran héroe anti-liberal."El chouan del Tirol".
    Publicado por El Matiner en 14:58 5 comentarios
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  3. #3
    Avatar de Ordóñez
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  4. #4
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    Escena suprema -en cine mudo- del final de Andreas Hofer.

    [YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=_b3mFi9ybpE[/YOUTUBE]


  5. #5
    Avatar de Hyeronimus
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    Andreas Hofer

    CONTRA-REVOLUCIÓN TIROLESA


    Un buen día Andreas Hofer abandonó la posada que regentaba en el Tirol, y el posadero se transformó en el guerrillero tirolés católico, el contra-revolucionario ferviente, el hombre piadoso que, viendo a su amada patria invadida, se echó al monte para combatir a las malas bestias que la saqueaban: las hordas uniformadas de la Revolución, dirigidas por Napoleón Bonaparte, títere de Satanás.

    Combatió como un valiente y fue vendido por su vecino que se cobró la recompensa por entregarlo cual Judas Iscariote.

    Andreas Hofer fue martirizado el día 20 de febrero de 1810 en Mantua, frente a un pelotón de fusileros.

    Murió como un patriota y como un creyente, profesando la Santa Religión Católica y mirando a los fusiles de sus impíos enemigos. Las balas le alumbraron el sendero al Panteón de los Héroes de la Contra-Revolución, y la pólvora de aquellos fusiles criminales fue el incienso para el mártir.

    ¡Andreas Hofer, Héroe del Tirol!

    Bendita sea tu memoria.

    Maestro Gelimer

    LIBRO DE HORAS Y HORA DE LIBROS

  6. #6
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    Respuesta: Andreas Hofer




    A sugerencia del Coronel Kurtz incorporamos esta imagen preciosa: un Sagrado Corazón de Jesús formado con fogatas por los tiroleses y trentinos que, según cuenta el Coronel Kurtz, todos los segundos sábados de junio por la noche encienden fogatas en las cimas de los Alpes en honor del Sagrado Corazón (que Hofer y los suyos llevaban como insignia, al igual que los vandeanos) siendo un espectáculo único. Estas almenaras eran la forma que los insurgentes tenían de comunicarse, avisando sobre la presencia de las tropas bávaras y napoleónicas. La fotografía la consiguió el Coronel Kurtz, a quien agradecemos su cortesía.

    LIBRO DE HORAS Y HORA DE LIBROS

  7. #7
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    Respuesta: Andreas Hofer

    En esta foto se ve mejor.




    Algunas fotos más:













  8. #8
    tautalo está desconectado Uno más... que no se rinde
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    Respuesta: Andreas Hofer

    Gracias, Hyeronimus, por esas fotografías tan hermosas.

    Cuelgo un vídeo de una canción dedicada a Hofer por un grupo tirolés.

    Y advierto que no sólo merece la pena escuchar la canción dedicada a Andreas Hofer, también el vídeo es un despliegue de imágenes bellas de un pueblo que no olvida su Historia.

    Con el Crucifijo en alto, y vestidos a la usanza de la comarca.

    Me pregunto si no podría hacerse algo parecido (hogueras, procesiones, etcétera) en algún aniversario dedicado a Zumalacárregui en Vascongadas.

    [YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=gA-X8Yg6eB8[/YOUTUBE]


  9. #9
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    Respuesta: Andreas Hofer

    Gracias, Tautalo. Es una preciosidad. Y muy buena tu idea de hacer algo parecido en honor a Zumalacárregui.

    Este corazón se ve mejor todavía.



  10. #10
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    Respuesta: Andreas Hofer












  11. #11
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    Cool Andreas Hofer

    Tiroler Landeshymne

    (Himno del Tirol)


    [YOUTUBE]http://www.youtube.com/watch?v=B3AfafIsc94[/YOUTUBE]




    Una preciosidad en el himno independiente del Tirol, habla de cuando estuvo Andres Hofer en Mantua.

    Mi honor, la lealtad,

    mi fuerza, la voluntad,
    mi fe, la catolicidad,
    mi lucha, la hispanidad,
    mi bandera, la libertad,
    mi arma, la verdad,
    mi grito... ¡despertad!
    mi lema... ¡¡Conquistad!!

  12. #12
    Avatar de Reke_Ride
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    Respuesta: Andreas Hofer

    Qué envidia sana lo de las antorchas en las montañas...yo me conformaba con hacerlo en la Moncloa y en el Congreso de los Diputados (iluminaría mas).
    "De ciertas empresas podría decirse que es mejor emprenderlas que rechazarlas, aunque el fin se anuncie sombrío"






  13. #13
    Avatar de Liga Santa
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    Cool Andreas Hofer

    Cita Iniciado por Reke_Ride Ver mensaje
    Qué envidia sana lo de las antorchas en las montañas...yo me conformaba con hacerlo en la Moncloa y en el Congreso de los Diputados (iluminaría mas).

    ¡Uy!b ¡uy! ¡uy! que le va a castigar el Altísimo, con esos pensamientos. Mire Ud. por donde que al final, hasta los más........., también tienen sus arranques.

    Mi honor, la lealtad,

    mi fuerza, la voluntad,
    mi fe, la catolicidad,
    mi lucha, la hispanidad,
    mi bandera, la libertad,
    mi arma, la verdad,
    mi grito... ¡despertad!
    mi lema... ¡¡Conquistad!!

  14. #14
    Avatar de juan vergara
    juan vergara está desconectado Miembro Respetado
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    Respuesta: Andreas Hofer

    Cita Iniciado por Hyeronimus Ver mensaje
    Gracias, Tautalo. Es una preciosidad. Y muy buena tu idea de hacer algo parecido en honor a Zumalacárregui.

    Este corazón se ve mejor todavía.


    Magníficas fotografías Hyeronimus!!!
    Adhiero a la propuesta de Tautalo con hacer algo similar en honor de Zumalacárregui.
    Podría ser en Montejurra.

  15. #15
    Avatar de Rodrigo
    Rodrigo está desconectado Miembro Respetado
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    Re: Respuesta: Andreas Hofer



  16. #16
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    Re: Andreas Hofer

    Libros antiguos y de colección en IberLibro
    La contrarrevolución tirolesa: Andreas Hofer

    sinnombre / 26 agosto, 2019
    Poco conocida, esta revuelta de los campesinos del Tirol fue dirigida por un carismático líder: Andreas Hofer. Media Europa estaba en guerra contra Napoleón, que representaba la Revolución Francesa y todo lo que ello conllevaba. El Tirol fue entregado a Baviera, en 1805, que estaba bajo el dominio revolucionario. En 1809, Andreas Hofer al mando de milicias campesinas consiguió su primera victoria contra las fuerzas napoleónicas, en nombre del emperador de la católica Austria. La victoria más impresionante fue la de Innsbruck. Tiroleses mal armados y muchos sólo con aparejos de campo, se enfrentaron a la elite de las fuerzas napoleónicas los “cuirassiers de la garde”.La victoria sobre ellos fue tenida por todo un milagro. Tras la batalla Hofer se arrodilló, señaló al cielo y lanzó una frase que quedó grabada para la historia: “Yo no, nosotros tampoco, sólo Él allá arriba”. Tras constantes victorias contra las fuerzas franco-bávaras, sólo pudo ser derrotado tras una traición. Habían ofrecido una inmensa recompensa por su cabeza y un vecino lo vendió. Fue fusilado el 20 de febrero de 1810. Las guerrillas de Hofer estaban compuestas por grupos de los míticos “Schützen”, una especie de cazadores que cuidaban (y aún lo hacen) las tradiciones tirolesas, así como los bosques y montañas. Venían a ser una milicia, como en España lo fueron los migueletes o el somatén. Cuando en 1919 el Tirol fue incorporado a la fuerza a Italia. Mussolini prohibió los “Schützen” pero estos sobrevivieron en la clandestinidad.Tras la batalla Hofer se arrodilló, señaló al cielo y lanzó una frase que quedó grabada para la historia: “Yo no, nosotros tampoco, sólo Él allá arriba”

    La guerra civil Suiza. Suiza ya desde los comienzos de la revolución francesa, tuvo que sufrir sus efectos. En el asalto al palacio de las Tullerías, el 10 de agosto de 1790 fueron masacrados 800 guardias suizos. Pronto, la expansionista revolución mandó sus tropas para invadir Suiza en 1798. Los revolucionarios, para debilitar a Suiza proclamaron hasta 40 repúblicas independientes. Posteriormente, Napoleón, consciente de la estratégica situación militar del país helvético, decidió hacerse con el territorio. Las pequeñas repúblicas cayeron rápidamente y Napoleón creó la “República Helvética, una y sola”. Contra una tradición medieval, los cantones dejaron de serlo y se trasformaron en prefecturas administrativas.
    Traicionado y fusilado

    Al modo revolucionario jacobino, Suiza se convertía en una república unitaria y centralizada. Pero al retirarse las fuerzas napoleónicas, se produjeron inevitables conflictos entre los partidarios de las viejas tradiciones y los revolucionarios. Por ello Napoleón tuvo que proclamar, en 1803, una nueva Constitución que volvía a restituir buena parte de las fronteras de los viejos cantones. Sin embargo, el país helvético no dejaba de ser un protectorado francés sin soberanía política. En 1814, coincidiendo con las primeras derrotas de Napoleón, como la de España, Suiza se liberó gracias al apoyo de los austriacos.Al modo revolucionario jacobino, Suiza se convertía en una república unitaria y centralizada. Pero al retirarse las fuerzas napoleónicas, se produjeron inevitables conflictos entre los partidarios de las viejas tradiciones y los revolucionarios

    El 7 de agosto de 1815, todos los cantones firmaron un nuevo pacto federal, estableciendo la Confederación suiza constituida por XXII cantones independientes con su Constitución propia, unidos entre ellos por un tratado común. Las potencias internacionales declararon a Suiza “perpetuamente” neutral. De momento el país se estabilizó gracias al retorno de las viejas costumbres. Pero la Revolución de 1830 en Francia -que sacudió Europa extendiendo sus ideas igualitarias y el nacionalismo- llevó a que la mitad de cantones se decantaran por Constituciones modernas y liberales. Esto provocó en poco tiempo nuevos conflictos. Los partidarios de la “modernización” de Suiza querían transformarla en un Estado centralizado y legislativamente uniforme.La facción partidaria de la revolución era el Partido Radical-Demócrata que se extendió principalmente por los cantones protestantes. Llegaron a ser mayoría en el Parlamento suizo y comenzaron a aprobar programas anti-católicos. Por ejemplo, se obligó a cerrar conventos en Argovia, en 1841. En 1845 intentaron legislar la expulsión de los jesuitas, pero por unos pocos votos no los consiguieron. Amenazados de persecución, los siete cantones católicos pactaron una alianza secreta en 1845 llamada el “Sonderbund” («alianza especial», en alemán). Intentaron pactar con Austria y eso desencadenó una guerra civil en 1847. El conflicto acabó con la derrota de los cantones católicos, seguida por el establecimiento y la adopción de una nueva constitución en 1848, que no volverá a ser revisada profundamente hasta 1874.
    Fuente: Eso no estaba en mi libro de Historia del Carlismo

    https://barraycoa.com/2019/08/26/la-...andreas-hofer/
    «¿Cómo no vamos a ser católicos? Pues ¿no nos decimos titulares del alma nacional española, que ha dado precisamente al catolicismo lo más entrañable de ella: su salvación histórica y su imperio? La historia de la fe católica en Occidente, su esplendor y sus fatigas, se ha realizado con alma misma de España; es la historia de España.»
    𝕽𝖆𝖒𝖎𝖗𝖔 𝕷𝖊𝖉𝖊𝖘𝖒𝖆 𝕽𝖆𝖒𝖔𝖘


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  1. 27/01/2010, 12:27

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