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  • 1 Mensaje de txapius

Tema: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

  1. #1
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    Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    Chocante!! Isto é aquilo em que o aborto liberalizado degenera. Mas alguém aqui pensou que algum dia se pudesse ter a ousadia e falta de decência, humanidade, escrúpulos para defender isto? Sinceramnte não consigo verbalizar aquilo que sinto.
    Dominus Deos, Misere Nobis.

    Artigo científico defende como moralmente aceitável a morte de um recém-nascido

    02.03.2012 - 09:32 Por PÚBLICO






    Um artigo publicado na última semana de Fevereiro pelo Journal of Medical Ethics defende que deveria ser permitido matar um recém-nascido nos casos em que a legislação também permite o aborto. A polémica segue em crescendo. A autora do texto já recebeu ameaças de morte.



    O artigo em causa (clique aqui para a versão html , ou aqui para descarregar uma versão pdf, ambas em inglês), aceite por aquela publicação científica ligada ao British Medical Journal intitula-se “After-birth abortion: why should the baby live?”, que se poderia traduzir como “Aborto pós-parto: por que deve o bebé viver?”. É assinado por Francesca Minerva, formada em Filosofia pela Universidade de Pisa (Itália) com uma dissertação sobre Bioética, que se doutorou há dois anos em Bolonha e é uma investigadora associada da Universidade de Oxford, em Inglaterra. A sua polémica tese é a de que o “aborto pós-nascimento” (matar um recém-nascido”) deve ser permitido em todos aqueles casos em que o aborto também é, incluindo nas situações em que o recém-nascido não é portador de deficiência”.

    Esta ideia – entendida pelos leitores mais críticos do artigo como um apelo à legalização do infanticídio – é a conclusão de um debate moral que a autora, em conjunto com outro investigador que co-assina o artigo – Alberto Giubilini –, tentam fazer partindo de três princípios: 1) “o feto e um recém-nascido não têm o mesmo estatuto moral das pessoas”; 2) “é moralmente irrelevante o facto de feto e recém-nascido serem pessoas em potência”; 3) “a adopção nem sempre é no melhor interesse das pessoas”.

    Os autores sustentam, assim, que matar um bebé nos primeiros dias não é muito diferente de fazer um aborto, concluindo (ao contrário dos movimentos pró-vida) que desse modo seria moralmente legítimo ou deveria ser aceite que se matasse um recém-nascido, mesmo que este seja saudável, desde que a mãe declare que não pode tomar conta dele.

    Face à polémica que se gerou em torno desta leitura, o editor do jornal veio a público defender a publicação do texto, com o argumento de que a função do jornal é a de apresentar argumentos bem sustentados e não a de promover uma ou outra corrente de opinião. Porém, outros cientistas e pares de Francesca Minerva qualificam a tese do artigo como a “defesa desumana da destruição de crianças”.

    “Como editor, quero defender a publicação deste artigo”, afirma Julian Savulescu, num texto que pode ser consultado online. “Os argumentos apresentados não são, na maioria, novos e têm sido repetidamente apresentados pela literatura científica por alguns dos mais eminentes filósofos e peritos em bioética do mundo, incluindo Peter Singer, Michael Tooley e John Harris, em defesa do infanticídio, que estes autores denominam como aborto pós-nascimento”, escreve Savulesco.

    As reacções viscerais ao artigo incluem ameaças de morte endereçadas à autora, que admitiu que os dias seguintes à publicação e divulgação do artigo foram “os piores” da sua vida. Entre as mensagens que lhe foram enviadas, há quem lhe deseja que “arda no inferno”.

    “O que é mais perturbador não são os argumentos deste artigo, nem a sua publicação num jornal sobre ética. O que perturba é a resposta hostil, abusiva e ameaçadora que desencadeou. Mais do que nunca a discussão académica e a liberdade de debate estão sob ameaça de fanáticos que se opõem aos valores de uma sociedade livre”, sublinha o editor.

    O artigo afirma que, tal como uma criança por nascer, um recém-nascido ainda não desenvolveu esperanças, objectivos e sonhos e, por essa razão, apesar de constituir um ser humano, não é ainda uma pessoa – ou alguém com o direito moral à vida. Pelo contrário, os pais, os irmãos e a sociedade têm metas e planos que podem ser condicionados pela chegada de uma criança e os seus interesses devem vir primeiro.
    "Tudo lhes pertence e nos cabe, porque a Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é um acidente. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber."Cidade do Santo Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal

  2. #2
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    A mí no me extraña nada. Es la consecuencia lógica. Una vez se abre la puerta al mal y se emprende el camino del mal, todo es cuesta abajo y se acelera el camino al abismo.

  3. #3
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    La noticia en español
    Un artculo en defensa del infanticidio incendia la Red | Noticias | elmundo.es
    DEBATE | Ética de la medicina
    Un artículo en defensa del infanticidio incendia la Red

    Un recién nacido durante sus primeros días de vida. | El Mundo


    • 'Un feto y un recién nacido son moralmente equivalentes', sostienen
    • 'El asesinato debería permitirse en los mismos casos que el aborto'
    • Los firmantes del artículo han recibido amenazas de muerte


    María Valerio | [COLOR=#495664 !important]Madrid
    Actualizado jueves 01/03/2012 12:23 horas
    Comentarios 551

    Seis folios. Ése es el espacio que han necesitado dos investigadores en las páginas de la revista 'Journal of Medical Ethics' para defender que matar a un recién nacido no difiere en nada, desde el punto de vista moral, a practicar un aborto. Su tesis ha despertado la ira en la Red y ambos han recibido amenazas de muerte.
    Alberto Giubilini y Francesca Minerva, de las facultades de Filosofía de Milán (Italia) y Melbourne (Australia), sostienen en su argumentario que un feto y un recién nacido son dos seres "moralmente equivalentes", puesto que ambos tienen el potencial de convertirse en personas. Y desde esa premisa, defienden que las mismas razones que justifican el aborto de un feto sirven también para el infanticidio.
    "El aborto posparto [que es la expresión que utilizan] debería ser permisible en todos los casos en los que lo es el aborto. Incluso aunque el niño no presente ninguna discapacidad", puede leerse en el resumen de su exposición.
    Para Natalia López Moratalla, presidenta de la Asociación Española de Bioética y Ética Médica, estos argumentos "carecen de fundamento desde el punto de vista médico, ético y científico" y subraya que la revista en la que se han publicado carece de gran prestigio (pese a que pertenece al grupo 'British Medical Journal').
    Los firmantes sostienen que matar a un recién nacido después del parto no es una alternativa al aborto ("realizarlo en las primeras fases [del embarazo] es la mejor opción"). Sin embargo, añaden, "si después del nacimiento se detectase alguna enfermedad no identificada durante la gestación; si algo va mal durante el parto o si alguna circunstancia económica, social o psicológica cambiase y supusiese una carga inaguantable", las personas deberían tener la opción de no verse forzadas a hacerse cargo del niño. Y aunque admiten que la adopción puede ser una alternativa al infanticidio... "podría causar un estrés psicológico insoportable".
    Amenazas de muerte

    Su argumentario ha desatado cientos de comentarios en la Red, y más allá de tacharlos de "crueles, viles o asesinos", ambos han recibido amenazas de muerte.
    En declaraciones que cita el diario británico 'Daily Mail', Minerva ha señalado que los últimos días desde la aparición de sus palabras "han sido los peores de mi vida". La investigadora se lamenta de que sus palabras se hayan sacado "de su contexto teórico y académico" y subraya: "no estoy animando a que se haga".
    El editor de la revista, Julian Savulescu, se ha visto obligado a emitir una nota justificando las razones que le han llevado a publicar dicha defensa del infanticidio.
    "La novedad no radica en la defensa del infanticidio, cuyos argumentos se han repetido a lo largo de la historia", sostiene Savulescu, "sino en su aplicación en favor de los intereses de la madre y de la familia". De hecho, el abandono de recién nacidos para que muriesen era una práctica habitual en algunos periodos de la historia; y se sospecha que sigue teniendo lugar en algunos rincones del planeta, como China o India.

    [/COLOR]
    A su juicio, peor que los "argumentos bien razonados" del texto son las respuestas "hostiles, abusivas y amenazadoras" que ha despertado. Y concluye, "más que nunca, la discusión académica y la libertad están bajo amenaza de aquellos que se oponen a los valores de una sociedad liberal".
    La verdad es que el hecho de que lo llamen aborto post parto en vez de interrupción voluntaria de la lactancia o algo parecido me hace dudar de las intenciones de los autores. Pero después de leer el texto en After-birth abortion: why should the baby live? -- Giubilini and Minerva -- Journal of Medical Ethics me temo que no, que están diciendo lo que piensan.
    we do not claim that after-birth abortions are good alternatives to abortion. Abortions at an early stage are the best option, for both psychological and physical reasons. However, if a disease has not been detected during the pregnancy, if something went wrong during the delivery, or if economical, social or psychological circumstances change such that taking care of the offspring becomes an unbearable burden on someone, then people should be given the chance of not being forced to do something they cannot afford.
    ya que pese a mi mal ingles, me parece que aquí defienden el aborto.

    El artículo viene a decir que lo mismo es un recién nacido que un feto en el vientre de su madre, por lo que no deben tener tratamientos legales diferentes. Y, teniendo en cuenta que cualquier persona normal abomina el infanticidio, por la misma razón debería abominar el aborto voluntario, o sea, la interrupción voluntaria del embarazo, que, aunque suena menos fuerte, es lo mismo. Un pre-infanticidio.

    Se ve que algunos progres se van quitando las máscaras.

  4. #4
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    Cita Iniciado por txapius Ver mensaje
    Se ve que algunos progres se van quitando las máscaras.
    Me autocorrijo. Se las quitaron hace tiempo....
    He visto que en Holanda tienen desde el 2005 el llamado Protocolo de Groningen, que permite la eutanasia de niños. Basándose en el mismo, parece que han matado a un montón de nños con espina bífida y otras enfermedades....
    Un estudio cuestiona la eutanasia en Holanda a bebés con espina bífida | Sociedad | EL PAÍS Un estudio cuestiona la eutanasia en Holanda a bebés con espina bífida

    Rob de Jong, neurocirujano pediátrico del hospital Erasmo de Rotterdam, constata que los pequeños con este mal congénito apenas sufren dolor





    Isabel Ferrer La Haya 29 FEB 2012 - 16:48 CET

    Un estudio publicado en la revista científica Pediatrics critica la eutanasia practicada en Holanda a bebés aquejados de espina bífida. Firmado, entre otros, por el neurocirujano pediátrico Rob de Jong, del hospital Erasmo, en Rotterdam, señala que los recién nacidos con este mal congénito estudiados en su centro “apenas tenían dolores”. “De haberlos, podían aliviarse con paracetamol, o bien morfina, cualquiera que fuese la gravedad de su condición”. En su opinión, se está informando erróneamente a los padres sobre la situación de sus hijos a la hora de sopesar este procedimiento.

    La ley holandesa de eutanasia, aprobada en 2002, está pensada solo para enfermos que puedan solicitarla por voluntad propia, por lo que no contempla a los recién nacidos. Para practicarla en estos casos y evitar problemas con la justicia los médicos aplican el denominado protocolo de Groningen, elaborado en 2003 por el Hospital Universitario de dicha ciudad. Entre 1997 y 2004 se ayudó a morir a 22 recién nacidos con esta malformación congénita del tubo neural, que no cierra la columna y deja al aire la médula espinal. Nadie fue procesado por considerarse que se había procedido bien en situaciones desesperadas.


    más información





    El equipo de Ron de Jong ha seguido durante cinco años la evolución de 28 pequeños en estas condiciones. En ocho de los casos, la lesión era severa. “Solo un 3,3% de las mediciones efectuadas constataron malestar por culpa del dolor, que pudo combatirse siempre bien. Nos parece que el término sufrimiento insoportable, incluido en el protocolo de Groningen”, no es adecuado. Hay que pensarlo mejor. Las razones para la eutanasia de bebés deben ser incontestables”, ha declarado el especialista al rotativo De Volkskrant.
    El protocolo, añadido a la vigente ley de eutanasia sin modificarla, obliga a los médicos a asegurarse de la situación del recién nacido, sin cura ni posibilidades de mejora y con grandes padecimientos. Luego tienen que consultar con otro colega. Una vez informados, corresponde a los padres dar su consentimiento para la ayuda a morir. La aplicación de los medicamentos escogidos está también regulada. El procedimiento no es solo para la espina bífida, sino que incluye otras dolencias mortales que pueden afectar al neonato.

    Eduard Verhagen, el pediatra de Groningen que lo impulsó, ha saludado el estudio de sus colegas de Rotterdam sobre el dolor. Pero también ha subrayado la intención del código deontológico. “El sufrimiento insoportable va más allá de dolor. Hablamos de las expectativas de futuro de estos pequeños”, ha dicho.


    Un comentario sobre ese protocolo
    ¿En qué se distingue el Protocolo de Groningen de la eutanasia activa de recién nacidos?
    (Provida Press nº 319, 4 de septiembre de 2009)
    El Protocolo de Groningen, que defiende la posibilidad de aplicar la eutanasia a recién nacidos que padecen una grave enfermedad, fue propuesto en 2005 por Verhagen y Sauer (New England Journal of Medicine 352; 959-962, 2005). Desde entonces se ha abierto una amplia polémica sobre la eticidad de este documento, aunque probablemente no en las revistas de bioética, dada la importancia de lo que el Protocolo presupone para la vida de un importante número de recién nacidos.
    Los defensores del Protocolo insisten que éste únicamente se aplica en niños con enfermedades terminales y que la calidad que esos niños puedan tener si sobreviven es un factor decisivo para eutasianarlos. Pero según refiere Jotkowitz y colegas, en un interesante artículo publicado sobre este tema (The American Journal of Bioethics 8; 23-26, 2008) en ninguna parte del Protocolo se hace referencia a que los niños deban ser terminales; por el contrario los promotores del protocolo toman especialmente en consideración la calidad de la futura vida de estos los pequeños. Según comenta Jotkowitz, el Programa Nazi de Eutanasia comenzó también con la premisa que existen algunas vidas que no merecen ser vividas. Por ello, en opinión del autor, el Protocolo de Groningen viola los códigos deontológicos tradicionales que rigen la conducta ética de los médicos con sus pacientes y los principios morales de la gran mayoría de las personas del mundo.
    Última edición por txapius; 04/03/2012 a las 20:27

  5. #5
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    Donoso dio el Víctor.

  6. #6
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    A ciência e os cientistas são cheios de defeitos!

  7. #7
    Avatar de Nicus
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    Sim, que a autora arda no inferno!

    Isto que é? A antiga Sparta?

    Mas claro que é a consecuencia lógica, primeiro empiezan com o aborto inducido, e depois siguen con aborto post-natal.

    NO AL ABORTO. SÍ A LA VIDA.
    Es ésta nuestra finalidad, nuestro gran ideal. Caminamos para la civilización católica que podrá nacer de los escombros del mundo de hoy, como de los escombros del mundo romano nació la civilización medieval. Caminamos para la conquista de este ideal, con el coraje, la perseverancia, la resolución de enfrentar y vencer todos los obstáculos, con que los Cruzados marcharon sobre Jerusalén. Porque si nuestros mayores supieron morir para reconquistar el Sepulcro de Cristo, ¿cómo no vamos a querer nosotros —hijos de la Iglesia como ellos— luchar y morir para restaurar algo que vale infinitamente más que el preciosísimo Sepulcro del Salvador, es decir, su reinado sobre las almas y sobre la sociedad, que Él creó y salvó para amarlo eternamente?”.

    Plinio Corrêa de Oliveira.

  8. #8
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    Más de lo mismo...
    La fundación Rockefeller
    Ted Turner, creador de la CNN
    La ONU
    Human Rights Watch
    Universidad de Oxford
    Algunas empresas farmacéuticas
    Las fundaciones Ford, Bill Gates y Packard
    Los Gobiernos de los de Estados Unidos, Japón, Suiza y Holanda.

    China
    ¿Y cuantos más?


    Me ponen los pelos de punta.
    http://www.intereconomia.com/noticias-gaceta/sociedad/recien-nacido-moralmente-irrelevante-20120308
    Control
    de la población
    El recién nacido es moralmente irrelevante


    10 MAR 2012 | Fernando Paz
    Así consideran al recién nacido los teóricos y patrocinadores del control de la población,y que, por lo tanto, debería permitirse a los padres matarlo si lo estiman oportuno.

    Y es que, según Julian Savulescu, responsable de la revista, el estudio no es en absoluto pionero, ya que nada se afirma en él que no haya sido sostenido por los conocidos Peter Singer, Michael Tooley y John Harris con anterioridad. Ciertamente es así, aunque el que Savulescu haya añadido que “quienes se oponen a estas ideas son fanáticos que van en contra de la sociedad liberal” no ha ayudado a calmar la polémica.

    En su estudio “Aborto posnatal: ¿por qué debería vivir el bebé?” Alberto Giubilini y Francesca Minerva afirman que “el estatus moral de un infante es equivalente al de un feto en el sentido de que ambos carecen de aquellas características que hacen posible el derecho a la vida de los individuos”, puesto que, según argumentan, “tanto un feto como un recién nacido son ciertamente seres humanos y potencialmente personas, pero no personas en el sentido de poseedores del derecho moral a vivir”.

    El discurso dominante
    Pues ¿qué es lo que otorga “el derecho moral a vivir” a una persona? Según los filósofos del llamado “utilitarismo ético”, no existe un derecho a vivir previo, ya sea de origen biológico o moral; este derecho solo lo concede la autoconciencia. La mera pertenencia a la especie no es suficiente. Tooley o Singer reconocen abiertamente que el feto es humano, pero eso, en su opinión, no significa nada en sí mismo. Por eso, Singer ha declarado que “matar a un niño con discapacidad no es moralmente equivalente a matar a una persona; con frecuencia, no es malo en absoluto”.

    Pero ¿quiénes sostienen y financian la difusión de este tipo de ideas? Y ¿para qué?
    Quienes están detrás de tal filosofía son destacados multimillonarios al frente de algunas de las fundaciones mejor dotadas económicamente del mundo. Y el objetivo es el control de población, en el que están implicadas estas grandes fortunas que estiman que, para sus intereses, la cantidad de población existente en el planeta es excesiva. Promocionan la contracepción y el aborto por todo el mundo, introduciendo la primera para crear demanda del segundo.

    Fue John Rockefeller III quien comprendió -en los años sesenta, gracias a Joan Dunlop- que las políticas de control de población debían basarse en la llamada “ampliación de derechos” de la mujer; la campaña internacional en favor de la planificación familiar no daba resultados. Fue pionero del discurso hoy dominante. La Fundación Rockefeller tiene influencia en numerosos Gobiernos de forma directa y en la mayoría de los occidentales de forma indirecta.

    Ni al Estado ni al varón
    Otro de los magnates al frente de estos programas es Ted Turner, creador de la CNN. Turner ha levantado la Fundación de las Naciones Unidas, a la que ha donado unos 1.000 millones de dólares -la tercera parte de su fortuna, según estimación de la revista Forbes- que ha convertido a la ONU en servil a sus designios. Desde 1990 viene promocionando los planes globales de control de la natalidad, financiando entidades centradas como Planned Parenthood -la gran multinacional del aborto- y otras centradas en la reducción de la natalidad entre las clases bajas.

    George Soros ha donado 100 millones de dólares a Human Rights Watch para promocionar el aborto, un “derecho humano” que competería a la mujer embarazada y no al Estado ni al varón.

    El estudio de Journal of Medical Ethics que ha hecho saltar este asunto, firmado por Alberto Giubilini y Francesca Minerva, está financiado por la Uehiro Foundation on Ethics and Education, desde 2003 inserta en la Universidad de Oxford, y con una amplia suerte de objetivos, entre los que se encuentran la Bioética y la Neuroética. Algunas empresas farmacéuticas financian el control de población, así como otras fundaciones como la Ford, Bill Gates y Packard, y Gobiernos como los de Estados Unidos, Japón, Suiza y Holanda.

    Con Caras, nombres y apellidos

    Ted Turner.
    Ha llamado a los Gobiernos a adoptar el modelo chino de la obligatoriedad de un solo hijo, alegando que es la única medida capaz de salvar el medio ambiente. Las autoridades chinas han justificado el aborto masivo al que someten a sus mujeres en los beneficios producidos por la mengua de emisiones de CO2.

    Paul Ehrlich.
    Considera el crecimiento de la población como un cáncer que hay que sajar tomando “decisiones brutales y despiadadas; puede que el dolor sea intenso…”. Y amenaza: “A aquellos que dicen que el Gobierno no debe nunca inmiscuirse en asuntos tan privados como el número de hijos que una pareja produce puede que les espere una sorpresa desagradable”.

    Bill McKibben.
    Resume el sentimiento que le embarga pensando en los cocodrilos devoradores de hombres: “Honorables representantes de los grandes y antiguos saurios que poblaron la Tierra, ojalá disfrutéis por muchos siglos entre los nenúfares de vuestras cacerías, benditos seáis ahora y siempre con un buen pedazo de carne humana aterrorizada en la boca como golosina”.

  9. #9
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    Horror en hospitales ingleses: Durante semanas se mata de hambre y sed a bebés y niños con problemas

    Ahora a los bebés enfermos se les somete a la vía de la muerte: el testimonio inolvidable de un médico revela cómo se planifica el final de vidas infantiles
    • La práctica de retirar la sonda de alimentos y líquidos a bebés.
    • Médicos admiten haber dejado morir de hambre y deshidratación a diez bebés en una incubadora.
    • El centro de cuidados paliativos de Liverpool 'Liverpool Care Pathway' sujeto a una investigación solicitada por el ministro de salud.
    • La investigación, que incluye a los pacientes infantiles, tiene por objeto dilucidar si algunos pagos en efectivo a hospitales para que llevasen a cabo tratamientos de la muerte han influido en las decisiones de los médicos.
    Por Sue Reid y Simon Caldwell
    PUBLICADO el 28 de noviembre de 2012
    A los niños enfermos se les da el alta en los hospitales públicos de Gran Bretaña para que mueran en casa o en los centros de cuidados paliativos. Son las polémicas 'vías de la muerte'.
    Hasta ahora, se creía que el régimen eutanásico del 'Liverpool Care Pathway' se aplicaba sólo a ancianos y a enfermos terminales adultos.
    Sin embargo, el periódico 'Daily Mail' ha revelado la práctica de retirar alimentos y líquidos por sonda a pacientes jóvenes, así como a recién nacidos con graves discapacidades.



    Foto: Niños enfermos y bebés están siendo dados de alta de los hospitales públicos para que mueran en casa o en centros de cuidados paliativos. Son las polémicas 'vías de la muerte'
    Un médico ha admitido haber dejado morir de hambre y deshidratación a diez bebés en la unidad neonatal de un hospital.
    En un artículo publicado en una importante revista médica, el médico reveló que el proceso puede tardar un promedio de diez días, durante el cual el bebé va "haciéndose más pequeño y encogiendo".
    El servicio de cuidado médico de Liverpool (LCP) –en el que mueren cada año 130.000 pacientes ancianos y enfermos terminales adultos– es ahora objeto de una investigación independiente solicitada por los ministros del gobierno.
    La investigación, que incluirá a pacientes infantiles, tiene por objeto dilucidar si algunos pagos en efectivo a hospitales para que llevasen a cabo vías de la muerte pueden haber influido en las decisiones de los médicos.
    Algunos médicos críticos con el LCP insisten en que es imposible determinar cuándo va a morir un paciente, y por tanto la muerte en el LCP se convierte en una profecía autocumplida. Dicen que es una forma de eutanasia, que se utiliza para ahorrar camas de hospital y dinero al sistema sanitario.

    Foto: La práctica de retirar alimentos y líquidos por sonda está siendo empleada en pacientes muy jóvenes, así como en recién nacidos con graves discapacidades
    El uso de métodos “sanitarios” para el fin de vida en los recién nacidos con discapacidad fue revelado en la “biblia” de los médicos: el British Medical Journal.
    A principios de este mes, un médico anónimo escribió acerca de la agonía de ver morir a bebés de forma prolongada. El médico describió el caso de un bebé que nació con “una larga lista de anomalías congénitas inesperadas”, cuyos padres aceptaron ingresarlo en el centro de cuidados paliativos.

    El médico escribió: “Los padres esperan que su hijo muera rápidamente una vez que cesen la alimentación e hidratación. Prefieren que haya neumonía. Desean que no haya sufrimiento y no quieren ver cambios visibles en su precioso bebé.”



    Foto: Según un artículo del BMJ, durante la presidencia de un médico en el hospital hubo diez muertes en una única unidad neonatal
    “Sus deseos, sin embargo, no se corresponden con mi experiencia. El tiempo de supervivencia es a menudo mucho mayor de lo que la mayoría de los médicos piensa. Pensando en mis pacientes anteriores, la media de tiempo transcurrido desde la retirada de líquidos hasta la muerte era de diez días.”
    “Los padres y los equipos de atención no están preparados para los cambios, a veces severos, de que serán testigos en el aspecto físico del niño, mientras se produce la deshidratación.
    “Yo, a diferencia de ellos, he conocido el horror de presenciar como un niño va haciéndose más pequeño y encogiendo como única vía para acabar con esa vida que se ha vuelto insoportable para el paciente o para los padres, que quieren a su bebé.”
    Según un artículo del BMJ, durante la presidencia de un médico en el hospital hubo diez muertes en una única unidad neonatal.

    En respuesta a dicho artículo, la Dra. Laura de Rooy, una neonatóloga consultora en el Hospital St. George NHS Trust de Londres, dejó por escrito en el sitio web del BMJ que: “es una suposición enorme pensar que no sienten hambre o sed.”

    El LCP para la infancia fue desarrollado en el noroeste de Inglaterra, donde el propio LCP fue pionero en la década de 1990. Se trata de dar de alta al paciente para que se vaya a su casa o a un hospicio de niños donde reciben un documento detallando su cuidado para el 'final de la vida'.

    Uno de ellos, según el “Daily Mail”, llamado “Liverpool Pathway for the Dying Child”, que dirige el Royal Liverpool Trust NHS para la Infancia junto con el hospital de niños Alder Hey, incluye casillas de verificación, rellenadas por médicos de hospital, para que dejen de proporcionárseles medicamentos, nutrientes y líquidos.

    El LCP fue ideado hace más de una década por el Instituto de Cuidados Paliativos Marie Curie de Liverpool para la atención de pacientes adultos terminales. Desde entonces se ha ido desarrollando, con la contribución del personal pediátrico del hospital Alder Hey, y ahora admite también a niños. Los padres tienen que dar su consentimiento para que su hijo sea sometido a la vía de la muerte, a menudo después de que los médicos les comuniquen que es “por el bien del niño”, ya que su supervivencia es “inútil”.

    Bernadette Lloyd, una enfermera de cuidados paliativos pediátricos, ha escrito a la Oficina del Gabinete y al Ministerio de Salud para criticar el uso de las vías de muerte en niños.
    Ha dicho que “los padres son coaccionados, en un momento muy traumático, para dar su consentimiento y admitir que eso es lo correcto para sus hijos, ya que los médicos les dicen que sólo le quedan unos días de vida. Es muy difícil predecir la muerte. He visto un número "razonable" de niños que se recuperan después de haber sido retirados de la vía.
    “También he visto a niños morir de una sed terrible, porque haberles sido retirados los líquidos hasta causarles la muerte.”

    "Fui testigo de cómo un niño de 14 años de edad con cáncer moría con la lengua pegada al paladar porque los médicos se negaron a darle líquidos por sonda. Su muerte fue dolorosa para él, y para nosotros, los enfermeros que la presenciamos. Esto es eutanasia por la puerta de atrás."

    Alder Hey confirmó que los niños y bebés acceden al servicio de cuidado para el final de la vida del LCP “después de que todas las posibles causas reversibles de la condición del paciente hayan sido consideradas”.

    “Hay una vía de cuidado médico para permitir que un niño muera con el apoyo de equipos locales de medicina y enfermería en la comunidad, de acuerdo con los deseos de los pacientes infantiles, en su caso, y siempre de sus padres o cuidadores.” Alder Hey dijo que los niños no fueron ingresados en el LCP dentro del propio hospital.

    Teresa Lynch, del grupo de protesta Alliance Medical Ethics, dijo: "hay grandes preguntas por responder acerca de cómo están muriendo nuestros niños enfermos."

    Un portavoz del Departamento de Salud dijo: “El cuidado para el fin de la vida de los niños debe cumplir con los más altos estándares profesionales y clínicos, y las necesidades específicas de los niños al final de su vida.”

    “El personal siempre debe comunicarse con el paciente y su familia, y hacer que participen en todos los aspectos de la toma de decisiones.”




    Foto: Un médico ha relatado su testimonio, publicado bajo el título “Qué se siente al serles retirada la alimentación a los bebés recién nacidos”


    Traducción de Rodrigo Bueno (Mail on Line)
    Asociación Cruz de San Andrés



    Mirarán a sus verdugos las víctimas e igual que cuando fueron exterminadas, en el día del Juicio Final y junto al Cordero, clamarán los versos del Libro de los Salmos:

    …no me abandones, porque se agotan mis fuerzas;
    mis enemigos hablan contra mí,
    y los que me acechan se confabulan, diciendo:
    «Dios lo tiene abandonado: persíganlo,
    captúrenlo, porque no hay nadie quien lo libre».
    ¡Oh Dios, no te quedes lejos de mí;
    Dios mío, ven pronto a socorrerme!
    ¡Queden confundidos y humillados
    los que atentan contra mi vida!
    ¡Queden cubiertos de oprobio y de vergüenza
    los que buscan mi perdición!

    ¡Monstruos sois todos vosotros, que defendéis lo indefendible! ¿A dónde creéis que nos lleva la “Democracia” Liberal? Por olvidar a Dios y negar a Cristo, nos lleva a la deshumanización de la sociedad, a la desaparición del amor y al más aborrecible de los egoísmos. Nos llevan a la destrucción, pues no se dan cuenta de que es el amor lo que teje y hace fuerte a las sociedades, mientras que los egoísmos son siempre disgregadores y destructores.

    Por eso se hunde y se descompone nuestra sociedad: Por su exceso de egoísmo y por su falta de amor. Solo en Cristo está su salvación.


    En Cristo Rey
    Asociación Cruz de San Andrés

    Noticias - GC - Horror en hospitales ingleses: Durante semanas se mata de hambre y sed a bebés y niños con problemas

  10. #10
    Avatar de Montañés
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    Re: Cientistas defendem a morte de qualquer recém-nascido

    Libros antiguos y de colección en IberLibro
    Esto es así. Primero con la utilización de excusas peregrinas se va poco consiguiendo que la gente acepte la idea de asesinar niños en el vientre materno. En consecuencia, cuando esto cuente con mayor aceptación, que se atente contra la vida de niños ya nacidos y se trate de justificarlo como si fuera algo legítimo en base a peregrinas "razones" es solo cuestión de tiempo.

    Se puede comparar esto con la analogía de la rana en el puchero y la subida progresiva de temperatura del fuego de dicho puchero.

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