" O Reaccionário " pidiu o voto para o PNR:
Declaração de voto
Nota: Uma vez mais entrego o meu voto ao Partido Nacional Renovador. E não o faço por qualquer comprometimento que tenha para com este partido, mas antes por ter um compromisso para com determinados valores que não abdico de defender e que só encontro representados no PNR. Valores como a Pátria, a Identidade, a Família, a Vida, a Segurança e a Justiça, são pilares fundamentais para quem ambiciona à Salvação Nacional. Da Pátria como expoente político; da Identidade como unidade pátria; da Família pela defesa da natalidade e pela rejeição do homossexualismo; da Vida pela rejeição do aborto e da eutanásia; da Segurança pela inviolabilidade da pessoa; e da Justiça pela sua desburocratização e eficácia, contra a corrupção.
Cruzar os braços e não votar no PNR ou votar noutro qualquer (o que vai dar ao mesmo) seria compactuar com a destruição de Portugal. Porque a diferença entre votar no PNR e não votar, é a diferença entre a salvaguarda de alguns elementos essenciais à Restauração Nacional e a sua perda total. Elementos esses, que uma vez perdidos, torna a Reconquista, senão impossível, praticamente impossível. E nada mais havendo para salvaguardar, todo o esforço posterior torna-se inútil. É então nosso dever suster o progresso da situação, donde o partido é a base de sustentação, para depois a inverte-la no bom sentido.
Daí, creio que é fundamental agirmos de forma inteligente, uma vez que também não estamos em posição de fazer grandes exigências, por estarmos em território hostil. É o PNR o meu partido de eleição? Não. Mas também a democracia não é o meu ideal político. Apesar disso, quer se goste ou não, a democracia existe. Não vale a pena meter a cabeça na areia e fingir que ela não existe, porque existe. E existindo é importante saber usar os mecanismos disponíveis para fazer passar a Mensagem. Mensagem que não é meramente política, mas que está para além da política. E por isso, é também muito importante estarmos cientes que o trabalho não se fica pela vitória política. A batalha trava-se sobretudo no domínio espiritual e cultural. O partido político é apenas o princípio e não o fim. Como tal, não vale a pena lastimarmo-nos com a esterilidade dos portugueses se também não fazemos nada para que as coisas mudem.
Quanto aos católicos nacionalistas, meus irmãos de Fé e Raça, que têm algum receio de votar no PNR por este não ser um partido confessional, eu relembro que o saudoso Arcebispo Marcel Lefebvre aconselhava o voto na Front National por esta defender um conjunto de valores comuns ao Catolicismo tradicional (ou verdadeiro Catolicismo). Seria a FN um partido confessional? Não. Mas também mais nenhum partido o era, e muito menos o regime republicano/democrático, que é laico.
Já no nosso caso, existe melhor partido do que o PNR? Não. Então é nosso dever não contribuir para um reforço dos "piores", ao mesmo tempo que persistimos no Bom Combate.
Publicada por O Reaccionário em 23:30 0 comentários![]()
Etiquetas: Democracia, Nacionalismo, PNR
Marcadores