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Tema: Império Ibérico : Preguntas

  1. #1
    Avatar de Imperius
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    Império Ibérico : Preguntas

    Algum dos foristas me podia fornecer links, ou mencionar livros que falem sobre o Império Ibérico desde funcionamento politico, ascenção, deacandència, etc... É que ja procurei em imensos lugares e não encontro muita informação. Pode ser que até saibam informação ou tenham alguma opinião e queiram partilhar.
    Obrigado e saludos.




    Nos liberi sumus, Rex noster liber est, manus nostrae nos liberverunt, et dominus Rex qui talia consenferit moriatur, et si Rex fuerit non regnet super nos.

  2. #2
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    Re: Império Ibérico : Perguntas

    Acá tenés del lado de la izquierda de la página un par de apartados sobre "España", desde su historia antigua, moderna, actual, de en general, etc. donde muestran unos cuantos libros sobre Las Españas.(si, es una página clásica, es lo único que puedo aportarte.)

    http://www.librohispania.com/

    ¿Libro?.. perdón, no tengo.

    ¡Salud en Cristo!
    -- " ¡Dios, Patria y Familia... o muerte! " --

  3. #3
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    Re: Império Ibérico : Perguntas

    Obrigado Agustiniano I e Atlandido.
    Saludos.

  4. #4
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    Re: Império Ibérico : Perguntas

    Vo reescrever neste tema só para perguntar agora não por informações mas sim por mapas. Gostava de encontrar um mapa fiel das possessões do Império durante a união. Ou até mesmo uma lista de territórios, para ver onde ficaram os restos de cultura que nós espalhámos pelo mundo fora. Obrigado e saludos.
    "Tudo lhes pertence e nos cabe, porque a Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é um acidente. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber."Cidade do Santo Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal

  5. #5
    Avatar de DON COSME
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    Re: Império Ibérico : Perguntas

    http://hispanismo.org/showthread.php?t=2299

    Hola Imperius,

    no sé si te refieres a la extensión del imperio en 1648 por ejemplo o si por el contrario te refieres a la totalidad de territorios que de una u otra forma han estado ligados a las coronas ibéricas.

    En el link que te he adjuntado, lo tratan desde este segundo punto de vista, si bien no son muy coherentes, pues por ejemplo la ocupación portuguesa de Africa sólo se representa a modo de costas con asentamientos, sin reflejarse la colonización interior de las áreas de Angola y Mozambique, por poner los ejemplos más claros, mientras que en el caso del Sahara Occidental se representa la totalidad del territorio.

    Por otra parte, cabría plantearse si el Sacro Imperio Romano Germánico debería incorporarse como territorio hispánico, dado que Carlos I ejerció de emperador desde nuestra nación. Si bien el título de emperador en muchos caso era más simbólico que representativo de un poder real y de control efectivo del territorio.

    Aprovechando el tema, ¿Tienes alguna información sobre la presencia portuguesa en Ormuz?

  6. #6
    Avatar de Hyeronimus
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    Re: Império Ibérico : Perguntas

    En espera de que Imperius nos cuente lo que sabe de Ormuz, pongo por el momento está interesante página con fotos y mapas. No encontré una versión en portugués o español (es holandesa), pero seguro que Imperius o algún otro de nuestros amigos portugueses pueden añadir más:



    THE PORTUGUESE IN THE ARABIA PENINSULA AND IN THE PERSIAN GULF

    Written by Marco Ramerini
    The Portuguese, shortly afterwards theirs arrival in the Eastern Seas, decided to prevent the Arab's trade, with the Ormuz conquest. For his strategical position dominating the entrance to the Persic Gulf, Ormuz was one of the two strategical stronghold on the trade routes between the Arab world and Asia (the other being Aden near the strait of Bab el Mandab).
    The city of Ormuz (Hormuz), was one of the most important trade centers of the whole East, in its market were exchanged Persian horses and pearls. The town was placed on a dry and barren island, near the Persian mainland at the entrance of the Persic Gulf.
    For nearly 150 years Portugal ruled the Persic Gulf area. Ormuz was regarded by Albuquerque as the third key of the Portuguese Empire in Asia (the others two were Goa and Malacca).


    A Portuguese map of the island and the city of Hormuz in the 17th century.

    The remains of the underground water cisterns of the Portuguese fort in Hormuz.
    The first attempt to conquer Ormuz was done in 1507 by Afonso de Albuquerque, he at the head of a small Portuguese fleet of 7 ships and 500 men, proceeded to Ormuz, during the journey, he stormed and conquered the towns of Kuryat, Muscat and Khor Fakkan, differently the town of Kalhat and Sohar, expressed their willingness to become tributary of the King of Portugal.
    The Portuguese fleet anchored in front of the town of Ormuz, the King of the city was prepared for an attack, he could count on 15.000/20.000 armed men. Albuquerque was resolute, he asked to the King to pay a tribute and become a vassal of Portugal, but the King's reply was evasive, a simple attempt to protact the negotiations. Albuquerque after three days of waiting, attacked the city, the King's fleet was entirely destroyed, seeing the complete defeat of his forces, the King sent a flag of truce offering to deliver up the city to the Portuguese. Albuquerque concluded, in September 1507, a treaty with the King of Hormuz, under which the King had to pay to the King of Portugal a yearly tribute. After this, Albuquerque and his men began to build the fortress, the first stone was laid on 24 October 1507, the fort was named "Nossa Senhora da Victoria".
    During the work for the fortress insubordination arose between the Portuguese, some Portuguese captains, with the help of the King of Ormuz, rebeled against Albuquerque. In Janaury 1508, after several days of skirmish with the Ormuz's forces, Albuquerque was forced to abandon the city.
    This was the first attempt to force the Portuguese rule in the Persic Gulf. The second attempt was made in 1515.
    In March 1515, Albuquerque with a force of 27 ships, 1.500 Portuguese and 700 Malabarese soldiers arrived in front of Ormuz, he was determinated to take the town in the name of the King of Portugal, and this time he was successful, the fortress was occupied by the Portuguese on 1 April 1515. The fort was renamed "Nossa Senhora da Conceiçao".
    When the Portuguese arrived, the main ports of the Persic Gulf and Arabia such as Julfar, Bahrain, Calayate (Qalhat), Mascate, Catifa (al Qatif), Corfaçao, and the islands of Queixome and Lareca were all under the jurisdiction of the King of Hormuz. With the fall of Ormuz, all the cities and ports of the Persian Gulf became tributary of Portugal. The kings of Hormuz continued as a regional power, in conjunction with the Portuguese. In this way began the Portuguese rule in the Persic Gulf which lasted till the years 1620/1650.
    In a document of the year 1515 ("Rendimento da cidade de Oromuz e seus reinos") are reported the ports that paied tribute to Portugal, they were:
    Aigom and Docer "portos que estam na barra de terra firme", Brahemim "porto que esta de fora da ilha d'Oromuz na terra firme", Tezer "lugar na terra firme", Beabom, Borate, Jullfar (Julfar), Callayate (Qalhat), Horfacam (Khor Fakkan), Caçapo (Khasab), Broqete "na ilha Qeixa", Lafete "na ilha Qeixa", Qeixa "na ilha Qeixa", Garpez "na ilha Qeixa", Rodom, Costaque, Chagoa, Callecazei, Lebedia.



    The Portuguese forts in the Gulf and in Oman (1500-1650).

    The Portuguese forts in Bahrein, from the "Livro das Plantas das Fortalezas, Cidades e Povoaçoes do Estado da India Oriental" 1600s.

    "A cidade de Ormuz està situada em hua pequena ilha chamada Gerum que jaz quasi na garganta de estreito do mar Parseo tam perto da costa da terra de Persia que avera de hua a outra tres leguoas e dez da outra Arabia e terà em roda pouco mais de tres leguoas: toda muy esterele e a mayor parte hua mineira de sal e enxolfre sem naturalmente ter hum ramo ou herva verde.
    A cidade em sy é muy magnifica em edificios, grossa em tracto por ser hua escala onde concorrem todalas mercadorias orientaes e occidentaes a ella, e as que vem da Persea, Armenia e Tartaria que lhe jazem ao norte: de maneira que nam tendo a ilha em sy cousa propria, per carreto tem todalas estimadas do mundo /...../ a cidade é tam viçosa e abastada, que dizem os moradores della que o mundo é hum anel e Ormuz hua pedra preciosa engastada nelle"
    Joao de Barros, Decada II, L. II cap. 2


    In 1521, the King of Ormuz rebeled against the Portuguese, but the latter crushed the ribellion and put a new king on the throne.
    In 1523, Dom Luis de Menezes occupied Soar, which had revolted, and after this, he proceeded to Qeshm where a new treaty was done with the new King and a feitoria was established.
    In 1526, Lopo Vaz de Sampayo the Governor of Portuguese India (1526-1529), reduced to obedience Mascate and Khalat which had revolted.
    In 1542/43, the entire Customs duties of Ormuz were assigned to the King of Portugal.
    The years between 1550 and 1560 were years of continue warfare with the Turks for the supremacy in the Persian Gulf.
    In 1550/51, the Portuguese conquered to the Turks the fort of El Katiff (Al Qatif) in Arabia. In 1551/52, in order to help Ormuz's defence a fort was built in Mascate. The Turks, were determined to take revenge and in 1551/52 they attacked Mascate and sacked the town. In 1559, the Turks besieged the Portuguese fort of Bahrein, but after several months of siege, they were forced to withdraw.
    In 1581, Mascate was again destroied by the Turks. In 1582, the King of Lara (Larack an island near Ormuz), which had revolted, laid siege to the fortress of Ormuz, but the Portuguese succeeded in drive off the invaders and their in turn besieged the Lara's fort of Xamel which was taken by the Portuguese.
    Finally, in 1588, the Mascate's fortesses were again rebuilt, this time also the town was strenghten and in the nearby Matara (Matrah) a fort was also built.
    In 1602, Shah Abbas expelled the Portuguese from Bahrain.


    Tarut Island (near Al Qatif, Saudi Arabia): Portuguese fort (16th c.).


    Ormuz used for its provisions of water the wells of Comorao, on the Persian coast, here the Portuguese had a fort, this fort was conquered by the Persian in 1615 (14?) .
    In 1616, Soar, which had revolted, was captured by a Portuguese fleet and the King was put to death.
    In 1619, the Portuguese fortress of Ormuz had a garrison of 500-700 soldiers.
    The fort of Khawr Fakkan (Corfaçao) was built in 1620 by Gaspar Leite.
    On 8 May 1621, Rui Freire de Andrada, the "General do Mar de Ormuz e costa da Persia e Arabia", began to build a fort in Queixome (Qeshm), this fort was built to have the controll of the island's water wells. The building of this fort was regarded as an act of open hostility by the Shah of Persia, that waged war against the Portuguese.
    In 1622, the Arabs, who had joined with the Persians, succeeded in capturing Julfar from the Portuguese.
    On 11 February 1622, the Portuguese fort of Queixome, after a feeble resistence, was forced to surrendered to a joined Persian-English army. On 20 Febraury 1622, the Persian flotilla of more than 3.000 men with the help of 6 English ships besieged the Portuguese fortress of Ormuz.
    Ormuz was lost by the Portuguese on 3 May 1622. The entire Portuguese population, about 2.000 persons, were sent to Mascate.


    Map of the Portuguese forts in Oman.


    During the decade after the fall of Ormuz, the Portuguese, under the command of Rui Freire de Andrada, tried several times (1623, 1624, 1625, 1627) to regain the fortress, the last attempt in 1631, was a diplomatic one, but all these attempts failed.
    After the loss of Ormuz the Portuguese established their base in Mascate, and in 1623, a feitoria (trading station) was established also in Bassora at the mouth of the Eufrate River. In 1623, Rui Freire reoccupied the fort of Soar, which had been taken in 1622 by the Persians. In the same year a new base is established in Cassapo (Kashab) in the Musandam Peninsula.
    Kalba (Quelba) was conquered by Gaspar Leite in 1624. The fort of Mada was conquered in May 1624 by Mateus de Siebra.
    In 1624/25, following a treaty with the Persians, a feitoria and a fortress was established in Congo (Bandar-e Kong), on the Persian coast of the Persic Gulf.
    In 1631, a Portuguese fortress was built in Julfar, important strategic point in Musandam Peninsula, this town enjoyed, during Portuguese rule, great prosperity as the regional trading entrepôt.
    In September 1633, Rui Freire de Andrada, the great protagonist of these years, died, and his body was buried in the church of St. Agostinho in Mascate.
    In 1633/35, treaties of peace were made with the English and the Persians.

    Muscat, Oman (Mascate), Fort Jalali (Fort Sao Joao).The fortification of Muscat (Mascate) and Matrah (Matara), from the "Livro das Plantas das Fortalezas, Cidades e Povoaçoes do Estado da India Oriental" 1600s.

    Muscat, Oman (Mascate), Fort Mirani.My thanks to Peter Rowland for this photo.

    Mutrah, Oman (Matrah, Matara), Portuguese fort. Quriyrat, Oman (Curiate), tower.

    The Portuguese rule in the Perian Gulf was nearly more stable after the loss of Ormuz than before, infact were established several fortresses and feitorias in a lot of places as Soar, Julfar, Doba, Libedia, Mada, Khor Fakkan, Caçapo (Khasab), Congo (Kung), Bassora.
    In August 1648, the Arabs besieged Mascate and on 31October a treaty was signed between the two opponents. The terms were as follows: the Portuguese should raze to the ground the fortress of Kuriyat, Doba and Matara.
    In Janaury 1650, Mascate, the last Portuguese base in Arabia was taken by the Omanits. By the loss of Mascate, the Portuguese were deprived of their last stronghold in the vicinity of the Persian Gulf and this ended the so called "Portuguese period" in the Persian Gulf.

    http://www.colonialvoyage.com/hormuz.html

  7. #7
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    Re: Império Ibérico : Perguntas

    Obrigado pelo mapa Don Cosme, em relação a Ormuz acho que o texto do Hyeronimus é muito bom. Tempos vão em que os portugueses conquistaram Ormuz e o Barhein ao mouro, e se impuserem.
    "Tudo lhes pertence e nos cabe, porque a Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é um acidente. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber."Cidade do Santo Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal

  8. #8
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    Re: Império Ibérico : Perguntas

    Por ter falado em lista de territórios aqui está uma de todos os territórios portugueses por ordem alfabética.

    A
    • Acra (1557-1578)
    • Açores - colónia (1427-1766); capitania-geral (1766-1831); antigo distrito além-mar (1831-1976); região autónoma desde 1976.
    • Angola - colónia (1575-1589); colónia real (1589-1951); província ultramarina (1951-1971); estado (1971-1975). Tornou-se independente em 1975.
    • Arguim - Feitoria, foi ocupada pelos Holandeses (1455-1633).

    B


    C

    • Cabinda - protectorado (1883-1887); distrito do Congo (Português) (1887-1921); intendência subordinada a Maquela (1921-1922); dependência como distrito do Zaire (Português) (1922-1930); intendência do Zaire e Cabinda (1930-1932); intendência de Angola (1932-1934); dependência de Angola (1934-1945); restaurada como distrito (1946-1975); província da República de Angola desde 1975.
    • Cabo Verde - colonização (1462-1495); domínio das colónias reais (1495-1587); colónia real (1587-1951); província ultramarina (1951-1974); república autónoma (1974-1975). Independência em 1975.
    • Ceilão - colónia (1597-1658). Os holandeses apoderaram-se do seu controlo em 1656, Jaffna usurpada em 1658.
    • Cisplatina - colónia (1715-1822) Restituida a Portugal em 1715 pelo Tratado de Utrecht, Capitania do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em 1817, aderiu como província ao Império do Brasil em 1822 e tornou-se independente em 1827 com o nome de Uruguai.
    • Costa do Ouro Portuguesa - (1482-1642), cedida à Costa do Ouro Holandesa em 1642

    F


    G

    • Guiana Francesa - ocupação (1809-1817). Restituída à França em 1817.
    • Guiné Portuguesa (actual Guiné-Bissau) - colónia (1879-1951); província ultramarina (1951-1974). Independência unilateral declarada em 1973, reconhecida por Portugal em 1974.
      • Cacheu - capitania (1640-1879). União com Bissau em 1879.
      • Bissau - colonização sob Cacheu (1687-1696); capitania (1696-1707); abandonada (1707-1753); colónia separada de Cabo Verde (1753-1879). União com Cacheu em 1879.

    I

    • Índia Portuguesa - província ultramarina (1946-1962). Anexada à Índia em 1961 e reconhecida por Portugal em 1974.
      • Baçaim - possessão (1535-1739)
      • Bombaim (também chamada de "Mumbai") - possessão (1534-1661)
      • Cananor - possessão (1502-1663)
      • Calecute - posto fortificado (1512-1525)
      • Cochim - possessão (1500–1663)
      • Chaul - possesão (1521-1740)
      • Chittagong (1528-1666)
      • Cranganor - possessão (1536-1662)
      • Damão - aquisição em 1559. União com a província ultramarina em 1946, Anexada à província ultramarina em 1946, Anexada à Índia em 1961 e reconhecida por Portugal em 1974.
      • Dadrá e Nagar Haveli - aquisições em 1779. Ocupadas pela Índia em 1954.
      • Diu - oferecida em 1535 como recompensa por ajuda militar ao sultão do Gujarat. União com a província ultramarina em 1946, Anexada à província ultramarina em 1946, Anexada à Índia em 1961 e reconhecida por Portugal em 1974
      • Goa - colónia (1510-1946). Tornou-se parte de província ultramarina em 1946, Anexada à Índia em 1961 e reconhecida por Portugal em 1974.
      • Hughli (1579-1632)
      • Coulão (1502-1661)
      • Masulipatão (1598-1610)
      • Mangalore (1568-1659)
      • Nagapattinam (1507-1657)
      • Paliacate (1518-1619)
      • Salsette (1534-1737)
      • São Tomé de Meliapore - colonização (1523-1662; 1687-1749)
      • Surate (1540-1612)
      • Thoothukudi (1548-1658)
    • Indonésia (enclaves) Possesões portuguesas entre os séculos XVI-XIX.
      • Bante - Feitoria portuguesa (Século XVI-XVIII)
      • Flores - Possesão portuguesa (século XVI-XIX)
      • Macassar - Feitoria portuguesa (Século XVI-XVII)

    L


    M

    • Macau - estabelecimento (1553-1557), território cedido por China subordinado a Goa (1557-1844); província ultramarina conjunta com Timor-Leste (1844-1883); província ultramarina conjunta com Timor-Leste em relação a Goa (1883-1896); província ultramarina em relação a Goa (1896-1951); província ultramarina (1951-1976); território chinês sob administração portuguesa (1976-1999). Restituída à República Popular da China como região administrativa especial em 1999.
    • Madeira - possessão (1418-1420); colónia (1420-1580); colónia real (1580-1834); distrito (1834-1976). Declarada região autónoma em 1976.
    • Malaca - conquistada (1511-1641); perdida para os holandeses.
    • Maldivas - ocupação (1558-1573)
    • Marrocos (enclaves):
    • Mascate (Omã) - possesão portuguesa subordinada ao Vice-Reino de Goa (1500-1650).
    • Melinde - Feitoria portuguesa (1500-1630).
    • Moçambique - possessão (1498-1501); subordinada a Goa (1501-1569); capitania-geral (1569-1609); colónia subordinada a Goa (1609-1752); colónia (1752-1951); província ultramarina (1951-1971); estado (1971-1974); governo de transição integrando representantes de Portugal e da Frelimo (1974-1975). Independência em 1975.
    • Molucas
      • Amboina - colonização (1576-1605)
      • Ternate - colonização (1522-1575)
      • Tidore - colónia (1578-1605). Pilhada pelos holandeses em 1605.
    • Mombaça (Quénia) - ocupação (1593-1638); colónia subordinada a Goa (1638-1698; 1728-1729). Sob a soberania do Omã desde 1729.

    N


    O


    Q


    S


    T

    • Timor-Leste - colónia subordinada à Índia Portuguesa (1642-1844); subordinada a Macau (1844-1896); colónia separada (1896-1951); província ultramarina (1951-1975); república e proclamada independência unilateral, anexada à Indonésia (1975-1999), reconhecimento da ONU como território português. Administração da ONU de 1999 até à Independência em 2002.
    • Tanganica (Actual Tanzânia) - Estabelecimentos portugueses estabelecidos no litoral (1500-1630).

    Z

    • Zanzibar - possessão (1503-1698). Tornou-se parte de Omã em 1698.
    • Ziguinchor (1645-1888). Cedido aos franceses em 1888.


    Um mpa que as mostra todas é o do meu avatar.
    "Tudo lhes pertence e nos cabe, porque a Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é um acidente. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber."Cidade do Santo Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal

  9. #9
    Avatar de DON COSME
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    Re: Império Ibérico : Perguntas

    Excepcionales documentos los aportados por Hyeronimus e Imperius.
    Nunca supe que la presencia de Portugal en Ormuz fuera tan importante y duradera.
    Por otra parte, resulta excepcional el documento de Imperius: ¡¡¡Qué grandes hemos sido!!!

    Creo que el documento que Hyeronimus ha insertado en este hilo debiera figurar, por su relevancia, como un hilo propio en el Foro de Hispanoasia, y que debiéramos ir buscando documentos similares respecto de esos inmensos territorios. Zanzibar, si bien Africano, puede ser otro punto muy interesante sobre el que investigar.

  10. #10
    Avatar de Imperius
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    Re: Império Ibérico : Preguntas

    Realmente fomos muito grandes Don Cosme, mesmo muito. Bem encontrei dois mapas anacrónicos dos Impérios Português e Espanhol.

    O primeiro do Império Português

    A lista de territórios espanhois (não sei se está muito correcta):
    América

    Asia


    África


    Europa

    La mayoría de los territorios europeos españoles se perdieron en 1710 en la Paz de Utrecht.

    Oceanía

    E por fim o mapa anacónico do Império Espanhol:


    Era bom se alguem conseguisse juntar os mapas anacrónicos dos Impérios, pois assim teriamos uma ideia de como seria o Império Ibérico em toda a sua extensão se nunca tivesse perdido nenhum território.
    Última edición por Imperius; 25/08/2008 a las 16:53
    "Tudo lhes pertence e nos cabe, porque a Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é um acidente. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber."Cidade do Santo Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal

  11. #11
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    Re: Império Ibérico : Preguntas

    Faltaría incluir:

    a.) Rosellón y la Cerdaña ocupadas por Francia desde la Paz de los Pirineos (1648). (También gran parte de Occitania formó parte de la Corona de Aragón a intervalos).
    b.) Ducados de Neopatria y Atenas en Grecia, así como posesiones en Anatolia. (Corona de Aragón)
    c.) Baja Navarra. (Lapurdi y Zuberoa, junto a territorios de la actual Aquitania formaron parte del Reino de Navarra).
    d.) Hay territorios Italianos que estuvieron bajo dominio Español que no formaron parte ni del Ducado de Milán ni del Reino de Dos Sicilias y que no han sido mencionados (Ej. Guastalla y los presidios).
    e.) Como curiosidad, los Condes Irlandeses aceptaron a Felipe III como su señor, sólo la "mala mar" volvió a defender a los ingleses, pues Irlanda de lo contrario habría sido española. (http://es.wikipedia.org/wiki/Juan_de....B3n_a_Irlanda)
    f.) Los Países Bajos al contrario de los que se afirma en el texto que has aportado, se correspondían con un territorio mayor al actual Benelux. MUchos territorios franceses y alemanes estaban entre los territorios de soberanía española.

    Seguro que hay más, pero ahora no se me ocurre.
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  12. #12
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    Re: Império Ibérico : Preguntas


  13. #13
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    Re: Império Ibérico : Preguntas

    Cita Iniciado por liturgicos Ver mensaje

    ¿Qué significa la interrogante sobre este mapa de la organización romana de Hispania?
    "He ahí la tragedia. Europa hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma europea choca con una realidad artificial anticristiana. El europeo se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.

    <<He ahí la tragedia. España hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma española choca con una realidad artificial anticristiana. El español se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.>>

    Hemos superado el racionalismo, frío y estéril, por el tormentoso irracionalismo y han caído por tierra los tres grandes dogmas de un insobornable europeísmo: las eternas verdades del cristianismo, los valores morales del humanismo y la potencialidad histórica de la cultura europea, es decir, de la cultura, pues hoy por hoy no existe más cultura que la nuestra.

    Ante tamaña destrucción quedan libres las fuerzas irracionales del instinto y del bruto deseo. El terreno está preparado para que germinen los misticismos comunitarios, los colectivismos de cualquier signo, irrefrenable tentación para el desilusionado europeo."

    En la hora crepuscular de Europa José Mª Alejandro, S.J. Colec. "Historia y Filosofía de la Ciencia". ESPASA CALPE, Madrid 1958, pág., 47


    Nada sin Dios

  14. #14
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    Respuesta: Re: Império Ibérico : Preguntas

    Cita Iniciado por Imperius Ver mensaje
    Era bom se alguem conseguisse juntar os mapas anacrónicos dos Impérios, pois assim teriamos uma ideia de como seria o Império Ibérico em toda a sua extensão se nunca tivesse perdido nenhum território.
    Bem, muito tempo depois decidi tentar fazer a tarefa que sugeri. O mapa pode não estar muito preciso, mas sempre nos dá uma ideia. Que vos parece a vós, caros foristas?
    "Tudo lhes pertence e nos cabe, porque a Pátria não se escolhe, acontece. Para além de aprovar ou reprovar cada um dos elementos do inventário secular, a única alternativa é amá-la ou renegá-la. Mas ninguém pode ser autorizado a tentar a sua destruição, e a colocar o partido, a ideologia, o serviço de imperialismos estranhos, a ambição pessoal, acima dela. A Pátria não é um estribo. A Pátria não é um acidente. A Pátria não é uma ocasião. A Pátria não é um estorvo. A Pátria não é um peso. A Pátria é um dever entre o berço e o caixão, as duas formas de total amor que tem para nos receber."Cidade do Santo Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal

  15. #15
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    Respuesta: Império Ibérico : Preguntas

    Muito Bom Imperius!!! Já tinha ouvido falar qualquer coisa das costas de Labrador mas da Gronelândia confesso que não... que evidências há que lá tenhamos estado?

    De toda a maneira e mais uma vez, muito bom!
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  16. #16
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    Respuesta: Império Ibérico : Preguntas

    Cita Iniciado por Irmão de Cá Ver mensaje
    Muito Bom Imperius!!! Já tinha ouvido falar qualquer coisa das costas de Labrador mas da Gronelândia confesso que não... que evidências há que lá tenhamos estado?

    De toda a maneira e mais uma vez, muito bom!
    Bem os irmão Corte-real fizeram muitas viagens para lá. Infelizmente todos os registos, mantidos em segredo sob a política de D. João II, que foi adoptada pelos seguintes monarcas, foram perdidos em 1755. No entanto, um professor americano, o Dr. Delabarra, diz que existem noticias da chegada deles até à América do Norte. Em, Berkley, Massachussetts, numa das margens do rio Tauton existe um local chamado a Pedra de Dighton. Aí pode-se ver claramente as insígnias de Portugal, a cruz da Ordem de Cristo e uma frase que diz: Por vontade de Deus, aqui me tronei chefe dos índios, Miguel Corte Real, 1511. Se vir num mapa este local fica muito perto da Nova Scotia e da Terra-Nova.
    Seria nessas zonas, que os portuguesea iriam pescar bacalhau, pois não viam nenhum especial interesse económico na área.

    Fico contente que tenha gostado.
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  17. #17
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    Respuesta: Império Ibérico : Preguntas

    Cita Iniciado por Irmão de Cá Ver mensaje
    Muito Bom Imperius!!! Já tinha ouvido falar qualquer coisa das costas de Labrador mas da Gronelândia confesso que não... que evidências há que lá tenhamos estado?

    De toda a maneira e mais uma vez, muito bom!
    A mi ya me sonaba de algo que el nombre de LABRADOR era por un explorador portugués. Además, los barcos de pesca y balleneros tanto portugueses como vascos, llevan faenando esas aguas desde tiempos inmemoriales

    "De ciertas empresas podría decirse que es mejor emprenderlas que rechazarlas, aunque el fin se anuncie sombrío"






  18. #18
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    Respuesta: Re: Império Ibérico : Preguntas

    Cita Iniciado por Imperius Ver mensaje
    Bem, muito tempo depois decidi tentar fazer a tarefa que sugeri. O mapa pode não estar muito preciso, mas sempre nos dá uma ideia. Que vos parece a vós, caros foristas?

    La pérfida albión que diga lo que quiera, pero jamás hubo ni habrá un imperio de este tamaño. En nuestros dominios nunca se puso el sol.
    Iberia dio el Víctor.

    "El vivir que es perdurable
    no se gana con estados
    mundanales,
    ni con vida deleitable
    en que moran los pecados
    infernales;
    mas los buenos religiosos
    gánanlo con oraciones
    y con lloros;
    los caballeros famosos,
    con trabajos y aflicciones
    contra moros".

    http://fidesibera.blogspot.com/

  19. #19
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    Respuesta: Império Ibérico : Preguntas

    Embora isto se dirija mais ao Império Português, gostava de aqui deixar esta maravilhosa citação, o Verdadeito espirito do V Império, que se Deus quiser, ainda virá. Isto foi dito por Dom Frei Inácio de Stª Teresa, Arcebispo de Goa, Patriarca das Índias. Dizia o Sr. Arcebispo "(...)E a razão é porque Deus escolheu deliberadamente os Portugueses de entre todas as nações para governarem e reformarem todo o Mundo, com comando, domínio, e império, tanto puro como mestiço, sobre todas as suas quatro partidas, e com promessas infaliveis para a subjugação de todo o globo, que será unificado e reduzido a um único império, do qual Portugal será a cabeça(...)".
    Rezemos para que o V Império se realize, o Império que Portugal dará ao Senhor.

    PS: Gostava de pedir desculpa pela minha inactividade. Sinto que é uma grande falha minha. Mas a escola, e o trabalho que implica, não me deixam dedicar muito tempo. Pode parecer presunção minha, pois por certo haverá pessoas aqui mais ocupadas, e com maiores problemas. Assim que o trabalho reduzir, voltarei a participir ao máximo. Lá por alturas da Páscoa.
    Iberia dio el Víctor.
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  20. #20
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    Respuesta: Império Ibérico : Preguntas

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    Pois é sempre bom quando tens uma oportunidade de participar, espero que os teus trabalhos se aligeirem para teres mais disponibilidade. Portugal faz parte da realidade hispânica e tem um lugar imprescindível num fórum de hispanismo como este. Neste momento somos só nós os dois os tugas activos (quer dizer... os galegos são tugas honorários.. e ainda há o Ordóñez que é português e ainda não descobriu, ehehehe). Há que defender a honra do convento.

    Quanto ao V Império que Portugal há-de dar ao Senhor... para mim só se for o Império de Cristo, a restauração da missão evangélica que é de Portugal e é de Espanha. É tempo de sermos nós próprios e vivermos segundo as nossas leis, que são as do Dierito Natural e das tradições da nossa terra e não as da desalmada cultura materialista e individualista do liberalismo maçónico e saxónico. É tempo de unirmos forças, os hispanos, para vencer o inimigo que é poderoso e está infiltrado entre nós, como um cancro que dissolve identidades e fronteiras, costumes e tradições, cultura e espiritualidade. Não é tempo de sonhar com futuros Impérios de Quimera, glórias vãs que só servem para encher os bolsos dos que são os agentes infiltrados para a nossa corrupção, ainda por cima à custa do nosso sangue.

    Um abraço em Cristo-Rei!
    Última edición por Irmão de Cá; 05/03/2009 a las 11:32
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