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Tema: La liquefacción de cadáveres

  1. #1
    Avatar de Hyeronimus
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    La liquefacción de cadáveres

    En el blog católico tradicionalista de lengua francesa Christ Roi me encuentro con una noticia atroz. Hasta tal punto se ha desacralizado y perdido todo respeto al ser humano, creado a imagen y semejanza de Dios (paradójicamente, en un mundo cada vez más antropólatra), que ya ni se conforman con el sistema pagano de la cremación de cadáveres. Ahora ya se tiran simplemente por el desagüe. De pronto, la palabra "liquidar" como sinónimo de matar cobra un sentido muy literal. Me he tomado la molestia de traducir la noticia y traerla aquí. El video que aparece al final lo he dejado sin traducir, porque traducir un texto es fácil pero no dispongo de los medios técnicos para hacer doblaje. Leed y horrorizaos:




    Un nuevo método para deshacerse de los cadáveres: la liquefacción

    La liquefacción de cadáveres, nuevo método para deshacerse de los difuntos -privándolos de sepultura, honras fúnebres y el respeto más elemental-, consiste en sumergirlos en una solución acuosa de hidróxido potásico a una presión ligeramente superior a 10 bares y a una temperatura de 180º C.
    Mediante este proceso químico (hidrólisis alcalina), los tejidos humanos quedan completamente disueltos y el líquido resultante se elimina por... la red municipal de alcantarillado.
    Resomation Limited, la empresa británica que intenta exportar el procedimiento (así como las máquinas en él empleadas) alega pretextos ecológicos: se generan menos gases productores del efecto invernadero y se consume menos energía que con la incineración.
    De momento se está haciendo en EE.UU., donde la empresa va adquiriendo poco a poco el derecho a instalarse en más estados a medida que se van eliminando los impedimentos legales.
    Lógicamente, será cuestión de tiempo que lo veamos por aquí.




    Christ Roi

  2. #2
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    Por que proibe a Igreja a cremação dos cadáveres?




    A Igreja não proibe a “cremação dos cadáveres”, porque seja intrinsecamente mau, mas porque vai con*tra a tradição dos judeus, continuada desde o princípio pelos cristãos; e porque a sua origem e o seu fim são mais que suspeitos: deram-lhe começo os anticristãos, com o sacrílego intuito de destruir a crença na imor*talidade da alma e na ressurreição do corpo.
    Roma publicou 3 “decretos” contra a “cremação”.
    No 1° a 16 de Maio de 1886, proíbe aos católi*cos, que se filiem em “sociedades de cremação” e que ordenem que seus corpos sejam queimados.
    No 20, a 15 de Dezembro do mesmo ano de 1886, priva de enterro religioso o católico que o faça.
    No 30, a 27 de Julho de 1892, proíbe aos sacer*dotes administrar-lhes os últimos sacramentos.
    O “Santo Ofício” proibiu por estes 3 “decretos” a “cremação”, não porque ela seja contrária à lei natu*ral 011 divina, mas “como prática pagã detestável in*troduzida por homens de fé duvidosa”, para desfazer na reverência que os católicos têm aos mortos.
    Era prática constante dos judeus enterrar os seus mortos na terra, ou em túmulos de pedra (Gen. 15, 15; 23, 19).
    Olharam sempre a “cremação” com horror (Amos, 2, 1), e só a prescreviam como pena, em certos casos flagrantes de imoralidade (Gen. 28, 24) ou de saques privados, em tempo de guerra (Jos. 7, 15).
    A Igreja Católica adotou este costume judaico desde os seus primórdios, e denunciou “a cremação como costume cruel e atroz” (Tertul.: De Anima, 51; Min. Felix: Octavius, 11; Orig.: Contra Cels. 5, 23).
    Os Santos Padres baseavam o costume judaico e cristão de enterrar os mortos no dogma da ressurreição do corpo e no respeito que se lhe deve, por ter sido templo do Espírito Santo (I Cor. 3, 16; 6, 19).
    A primeira tentativa, nos tempos modernos, para ressuscitar a “cremação”, f01 feita pelos neopagãos do “Diretório Francês” no quinto ano da República.
    O projeto não teve acolhimento favorável, ape*sar de fazer parte do programa revolucionário contra a doutrina, leis e costumes cristãos.
    Alguns, depois de terem lavado já as mãos no sangue de sacerdotes, abolido a Missa e o Domingo, inventado o novo culto da Razão, advogaram a “cre*mação”, para mais facilmente destruir as “superstições” da imortalidade da alma e da ressurreição do corpo.
    O mundo teve de esperar mais cerca de 75 anos por uma segunda tentativa para introduzir a “crema*ção”.
    Era mister que a incredulidade aprofundasse mais as suas raízes na Europa.
    Esta segunda tentativa teve mais êxito, do que a primeira.
    Começou em Pádua em 1872.
    Em seguida às primeiras “cremações” os anticatólicos começaram a fundar “sociedades de cremação” em toda a parte e a defender a sua prática em centenas de livros e folhetos.
    A razão deu-a Ghisleri no seu “AImanacco dei Liberi Muratori”; Os católicos têm muita razão em se oporem à “cremação”. Esta purificação dos mortos pelo fogo abala o predomínio das suas fundações, baseado no terror de que cercam a morte.
    Outro maçom anticatólico, Gorini, escreveu no seu livro “Purificazione dei Morti”: “A nossa tarefa não termina com a cremação do corpo; queremos destruir e queimar também a própria superstição”.
    E depois de advogar ou propor que se vendam as cinzas aos lavradores, acrescenta: “O resultado seria que este material reencarnaria parcialmente nos corpos dos milaneses. É a única ressurreição do corpo que a ciên*cia reconhece”.
    Frases semelhantes apareceram com frequência durante 15 anos na imprensa italiana, como que provocando a Igreja a condená-la.
    Se a “cremação” fosse adotada, não teriam mais razão de ser nos funerais religiosos muitas orações e cerimónias muito belas e muito significativas.
    Absolutamente falando, a Igreja podia alterar o seu “Ritual Funerário”, adaptando-o à “cremação”; pode*mos estar certos, porém, de que o não fará.
    Fá-lo-ia, talvez, como opinam alguns canonistas, se o Estado a tornasse obrigatória.
    Não faltam também juristas, médicos e membros de “sociedades de seguros” que se oponham à “cre*mação”, porque com ela desapareceriam os vestígios de muitos crimes.
    Hoffman chamou a atenção para este lado da ques*tão num artigo que publicou no “Sanitarian” em 1901.
    De 528 pessoas que foram queimadas em S. Luís do Missuri, de 1895 a 1899, 64 tinham morrido de aci*dentes, violência ou suicídio.
    Ora, autópsias, feitas 3 meses depois de mortas, demonstraram que o defunto tinha sido envenenado e forneceram provas — bastantes para que o autor do crime fosse condenado à morte.
    A ciência moderna nega que os cemitérios infeccionem o ar, os poços ou os rios (C. E., 4, 483).
    As pestes e epidemias de que reza a história têm sido atribuídas aos vivos, e não aos mortos.
    A “cremação” aumentou de 1872 a 1900; todavia, mesmo então, a média anual, nos Estados Unidos, foi de 13.230.
    Não há, pois, grande perigo de que se generalize no mundo moderno, porque vai contra o sentimento profundamente enraizado no coração humano e conso*lidado pela prática universal de muitos e muitos sé*culos.
    Não é, pois, de presumir o arranque do sopro da pseudociência, nem a algazarra da descrença e impie*dade.

    Fonte: Livro “Caixa de Perguntas” do Pe. Bertrand L. Conway, C.S.P.


    Por que proibe a Igreja a cremação dos cadáveres? | Associação Cultural Santo Tomás

  3. #3
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    Esto ya es de traca (nunca mejor dicho). Perdido ya todo el respeto a los cadáveres, ya no se conforman con cremarlos como los paganos, y en algunos casos arrojar las cenizas al mar. Ahora ya se lo toman a fiesta y los lanzan alegremente en fuegos artificiales. ¿Y luego qué pasa con las cenizas? ¿Quedan desparramadas por el campo?


    Una empresa ofrece lanzar cenizas de fallecidos al cielo en carcasas pirotécnicas


    Europla, firma valenciana ubicada en la población de Bèlgida desde 1977, forma parte de este nuevo servicio

    abc


    Disparo de una 'mascletà' durante las Fallas de Valencia


    Una empresa funeraria valenciana aúna la tradición de la pólvora y la última voluntad de un fallecido ofreciendo poner sus cenizas en una carcasa pirotécnica que se disparará al cielo y estallará con un potente estruendo.
    Desde esta semana, www.maslapidas.com, firma especializada en la gestión de servicios funerarios en internet, ofrece este servicio tras llegar a un acuerdo con la empresa pirotécnica valenciana Europla, según un comunicado de la funeraria.
    El servicio de disparo de una carcasa con las cenizas del difunto es, según las fuentes, una «original forma de despedida a la persona fallecida» que tiene una «gran aceptación en las regiones del Mediterráneo, donde los fuegos de artificio tienen una gran importancia».
    La preparación técnica cuenta con la experiencia pirotécnica de Europla, empresa valenciana ubicada en la población de Bèlgida que desde 1977 está especializada en la fabricación y disparo de toda clase de fuegos artificiales.
    El disparo de la carcasa con las cenizas del difunto es una alternativa que cuenta con todos los permisos legales y se convierte en un ritual de homenaje póstumo de parientes y amigos a la persona fallecida.
    La preparación de la carcasa se lleva a cabo introduciendo la carga explosiva en el interior de la misma y es en el centro donde se sitúan las cenizas del finado, embolsadas y con un código QR que permite su correcta identificación.
    Ese mismo código también se coloca en la parte exterior de la carcasa, una vez cerrada la misma y tras añadírsele la mecha que permitirá el disparo.
    La identificación remite a datos personales y biográficos que recuerdan a la persona fallecida.
    Posteriormente los profesionales pirotécnicos se desplazan hasta el escenario elegido por la familia, generalmente un espacio abierto que guarda una estrecha vinculación con el pasado del difunto. Allí, como culminación del acto ritual de homenaje y despedida, se dispara al cielo.



    Una empresa ofrece lanzar cenizas de fallecidos al cielo en carcasas pirotcnicas - abcdesevilla.es

  4. #4
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    ¿Recuerdan el famoso producto 'Soylent Green' de la película 'Cuando el futuro nos alcance', que pudimos ver todos en uno de los magistrales programas de 'Lágrimas en la Lluvia', emitida aproximadamente el año pasado?.


    Pues, ya va quedando menos (si la parusía, antes, no lo remedia...).

    Un saludo
    Última edición por jasarhez; 30/09/2013 a las 22:23

  5. #5
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    Uno de los que dirige cierto portal tradicionalista se jacta de incinerar a sus seres queridos. Así que imagínate cómo está el patio.
    «Eso de Alemania no solamente no es fascismo sino que es antifascismo; es la contrafigura del fascismo. El hitlerismo es la última consecuencia de la democracia. Una expresión turbulenta del romanticismo alemán; en cambio, Mussolini es el clasicismo, con sus jerarquías, sus escuelas y, por encima de todo, la razón.»
    José Antonio, Diario La Rambla, 13 de agosto de 1934.

  6. #6
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    Sí, a mí también me pareció chocante lo de AMDG. Pero luego, leyendo los comentarios a su artículo, me encuentro con esto:






    Hermenegildo Responder

    23 agosto, 2012 a las 17:54



    Mucho más importante que si cantar esto o aquello es inhumar a un difunto en lugar de incinerarlo. La Iglesia permite la incineración, pero la inhumación es muchísimo más conforme a la tradición y a la creencia católica sobre la resurrección de la carne.







    AMDG Responder

    30 agosto, 2012 a las 8:04
    Es cierto, pero habían comprado nicho en el pueblo y ahora viven en Madrid.









    A veces, si el resto de tu familia decide otra cosa no puedes ir contra la corriente y tienes que aceptar lo que quiera la mayoría. En mi opinión, AMDG debió haber empezado por aclarar tan importante detalle antes de proseguir con el artículo.

  7. #7
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    De todas formas, en España no estamos tan mal como creemos a veces. A raíz de un artículo en el que se alababan las costumbres funerarias de los ingleses, me molesté por buscar el dato. En España son incinerados un 32% de los fallecidos, lo que sigue siendo alarmante, pero en la Pérfida Albión, por ejemplo, son incinerados un 74% (de aquí saqué el dato). O sea, que algunas costumbres católicas todavía las conservamos bastante más que en otros países europeos.
    «Eso de Alemania no solamente no es fascismo sino que es antifascismo; es la contrafigura del fascismo. El hitlerismo es la última consecuencia de la democracia. Una expresión turbulenta del romanticismo alemán; en cambio, Mussolini es el clasicismo, con sus jerarquías, sus escuelas y, por encima de todo, la razón.»
    José Antonio, Diario La Rambla, 13 de agosto de 1934.

  8. #8
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    Y no sé cómo será en este momento, pero hasta hace cuatro años en Hispanoamérica lo normal era enterrar a los cadáveres. La incineración era muy poco habitual.

  9. #9
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    Lo último: poner a los difuntos en órbita. ¿Es eso lo que entienden por que se vayan al Cielo?

    Una empresa ofrece «entierros» espaciales por 1.475 euros

    JOSÉ MANUEL NIEVES






    Las cenizas humanas se lanzarán al espacio y orbitarán alrededor de la Tierra durante varios meses antes de que se quemen en la atmósfera «como una estrella fugaz»


    Elysium Space


    Las cenizas del difunto se quemarán en la atmósfera «como una estrella fugaz», según la compañía


    En lugar de dar a sus seres queridos un entierro tradicional ¿por qué no despedirlos con estilo con un vuelo espacial? Esa es la idea comercial que ha lanzado Elysium Space, una empresa que ofrece poner en órbita las cenizas de los difuntos, y seguir además su posición con un tablet hasta que se desintegren cuando vuelvan a entrar en la atmósfera terrestre.
    “como una estrella fugaz", según los autores de la idea. La compañía ya ha lanzado una aplicación móvil para rastrear las cenizas en órbita, y espera lanzar su primer vuelo conmemorativo en 2014. Según el plan de Elysium Space, las cenizas humanas se lanzarán al espacio y orbitarán alrededor de la Tierra durante varios meses antes de que se quemen en la atmósfera
    "Un vuelo espacial in memoriam es una experiencia única para los amigos del difunto, para recordarle como un ser querido y familiar", afirma el fundador de Alysium Space, Thomas Civeit, un ex ingeniero de la NASA. "Creemos que ahora es el momento de cambiar una visión de la muerte con un final bajo tierra a otra con final celestial”. La compañía ha contactado con empresas de transporte espacial comercial como Orbital Sciences y SpaceX, y el primer lanzamiento está previsto para el verano de 2014 desde Cabo Cañaveral, en Florida.
    Elysium Space no es la primera compañía en ofrecer vuelos espaciales en memoria de los fallecidos. Celestis Inc., una firma con sede en Houston, ha estado lanzando cenizas humanas al espacio desde 1997. Su vuelo inaugural llevó los restos del creador de "Star Trek" Gene Roddenberry. Más tarde, le acompañaron los restos de la esposa de Roddenberry, que subieron al espacio en un vuelo en 2009. Celestis también ha lanzado las cenizas del actor de "Star Trek", James Doohan, quien interpretó a "Scotty" en la serie televisiva, y los restos del astronauta Gordon Cooper, uno de los fundadores del Proyecto Mercury.
    Cápsula para cenizas

    Cuando los clientes compren un vuelo espacial memorial a Elysium Space, recibirán un kit con una cápsula para cenizas, que puede ser grabada con un máximo de tres iniciales, y una mini-pala para transferir "una parte simbólica" de las cenizas a la cápsula, según explican al describir el servicio. El precio de lanzamiento está fijado actualmente en 1.475€. Los clientes podrán enviar sus cápsulas a Elysium Space, que las encajará en la nave espacial. Elysium también ofrece la posibilidad de grabar un mensaje conmemorativo de hasta 80 caracteres en las placas de metal sujetas a la nave espacial.

    La aplicación móvil
    Elysium Space



    Después del lanzamiento de la nave, los clientes serán capaces de rastrear el viaje celestial de su ser querido en una aplicación móvil gratuita, disponible en la App Store de Apple y en Google Play. La aplicación mostrará, en tiempo real, donde está la nave espacial y cómo se ve el mundo desde esa posición. Tras unos meses en órbita, la nave volverá a entrar en la atmósfera de la Tierra donde se quemará, no dejando ningún resto de basura espacial, según afirma Civeit. El fundador de la empresa no ha revelado cuántas personas se han inscrito ya en un vuelo espacial póstumo en Elysium Space, pero sí ha afirmado que hay "gran interés" por este servicio tanto en los Estados Unidos como en Japón. La compañía puede recibir peticiones hasta una semana antes de su primer lanzamiento.
    "Los funerales han ido cambiando en los últimos 50 años, y ha habido una transición desde los rituales religiosos a ceremonias en las que se conmemora la vida", comenta Civeit. "Cruzar la Vía Láctea y, finalmente, convertirse en una estrella fugaz, es una experiencia poética”.






    Una empresa ofrece «entierros» espaciales por 1.475 euros - abcdesevilla.es
    Última edición por Hyeronimus; 09/11/2013 a las 14:21

  10. #10
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    Re: La liquefacción de cadáveres

    ¿Está mal incinerar a nuestros seres queridos?
    ¿Está mal incinerar a nuestros seres queridos?



    Hemos incinerado a papá, era su voluntad. Es una frase muy común que escuchamos habitualmente, no obstante, cabe preguntarse si de verdad era la voluntad de papá, o más bien, es la voluntad de los descendientes. Seamos realistas, hoy en día, cuanto antes nos quitemos el cadáver de delante, mejor que mejor. De unos años a esta parte, están ocurriendo dos hechos que en otros tiempos, hubieran sido insólitos, uno es la “incineración del cuerpo” y otro es la desaparición de las Misas Exequiales. Ambas cosas, nos llevan a ver con claridad como la sociedad se va mundanizando y alejando de la tradición y como nos van presentando como “normal”, lo que antes era insólito o de “paganos”.
    Nuestro desconocimiento de la religión Católica, el miedo a la muerte y los intereses mercantiles de algunas empresas funerarias, nos llevan a cometer graves errores en lo que son las honras fúnebres para nuestros difuntos.

    ¿Está mal incinerar a nuestros seres queridos?


    Simplemente pensemos un momento en el Cuerpo de Nuestro Señor Jesucristo, ¿Lo pusieron en una fogata? Alguno dirá que en aquella época no había incineración, pero eso, es totalmente incierto. En la prehistoria, los paganos, ya realizaban incineraciones, nohay más que remitirse a cualquier enciclopedia para verificarlo, sin embargo, los Cristianos primitivos, ya se oponían tajantemente a esta práctica. Hoy en día, los Católicos, hemos adoptado lo peor de la historia, lo que procede de ritos herejes y lo más cutre de las distintas religiones existentes.


    ¿Por qué nos sentimos atraídos por costumbres que están tan alejadas de lo que se nos muestra en la Biblia?



    Lo primero, nos hemos dejado contagiar por prácticas hinduistas y budistas, lógico y normal, desde el momento en el que en los locales parroquiales se permiten cursos de yoga y taichi, lo demás ya viene por añadidura. Lo segundo, el creciente negocio de las funerarias, tan hábiles ellas en esos momentos tan delicados para endosarnos servicios a su conveniencia. Les interesa que nos cremen, ¿por qué? Muy sencillo, les va en su economía. Es tan simple como decir que facturan por servicio que nos venden y nosotros, como mentecatos, nos dejamos engañar y contratamos el pak de todo incluido. Por si alguno no lo entendió, les resulta rentable incinerar a nuestro difuntos, les reporta beneficios económicos para su empresa. ¡Qué dormidos estamos! Dejamos que los demás jueguen con nosotros a su conveniencia. Estamos hablando del cadáver de un hombre o de una mujer, que significaron algo en nuestra vida, deberíamos meditar sobre esto, tendríamos que pensar detenidamente si nos interesa quemar, carbonizar el cuerpo de una persona a la que quizás, unas horas antes, hemos acariciado su rostro ¡No es posible que estemos tan deshumanizados! Comentando con un amigo este tema, me decía él, muy acertadamente, que en nuestra cultura, se quema lo que odiamos, lo que queremos destruir y es cierto, porque las cosas que nos suponen un hermoso recuerdo, las guardamos con celo en algún lugar especial. Muchas personas que incineran a sus familiares sin ningún tipo de contemplación, no lo permitirían con una mascota. Y es que hoy en día, valoramos más el cadáver de un animal que el de un ser humano.

    ¿Saben Vds. desde cuando permite la Iglesia la incineración del cuerpo? Como quién dice, fue ayer, ya que nos remontamos simplemente a Pablo VI, es decir, preferimos adaptarnos a las novedades de hace dos días, en vez de fijarnos en la Tradición de la Iglesia. Precisamente, en el funeral de Pablo VI, se rompía el silencio propio de la celebración y se aplaudía y vitoreaba, como si la gente se encontrase ante un starlet. Como les decía hace poco, dinamita colocada estratégicamente dentro de nuestra Iglesia, para cepillársela. El Padre Almorth apuntaba hace poco, la dirección desde la que vienen las balas.

    Este domingo escuchaba en una predicación, como el Sacerdote nos animaba a “dejar de lado lo de antes”. A este paso, nos cepillamos hasta la Biblia y el Sagrario.
    “La Iglesia no ha ignorado jamás que incluso esa reducción a ceniza resultante de la cremación no prejuzga la reconstitución de los cuerpos resucitados; pero una religión en la cual toda la realidad es signo, no podía desconocer que la cremación de los cadáveres en un anti-signo de la resurrección. No es que la incineración contradiga directamente la idea de la resurrección, pero ciertamente le roba todo el simbolismo de la inhumación” (Iota Unum-Romano Armenio)



    Me conmueve hasta el fondo del alma pensar en las Santas mujeres perfumando el Cuerpo de Jesús, amortajándolo y dejándolo en el sepulcro, ¡Imagínense si le hubieran prendido fuego! Repasemos la Sagrada Escritura: “la resurrección del cuerpo”. Es ahí hacia donde debemos dirigir nuestra vista, no se trata de convencer con opiniones personales, no, es el mismo Señor el que nos habla desde los Evangelios y nos invita a seguir su enseñanza con su ejemplo. ¿Por qué sino, el Apóstol amado iba a describir esa escena con tanta precisión, llegando al máximo detalle? Sencillamente para hacernos pensar en como debemos tratar los cuerpos de las personas a las que hemos amado en vida y como debemos respetar las tradiciones.

    “Tomaron entonces el cuerpo de Jesús y lo envolvieron con vendas, agregándole la mezcla de perfumes, según la costumbre de sepultar que tienen los judíos.”(Juan, 19-40)


    Escuchaba hace poco, como una señora decía que ella prefería ser incinerada porque le daba miedo que la metieran en una caja y la dejaran en una sepultura. ¡Por Dios, nos entierran muertos, no vivos! O hemos visto muchas películas o estamos muy flojos espiritualmente. No parece que tengamos claro, que cuando fallecemos, el alma, en ese mismo momento, abandona el cuerpo y se dirige a su juicio particular. Comentaba el Santo Padre en una de sus audiencias, que deberíamos pararnos a pensar en “quién cerrará nuestros ojos”, haciendo alusión al momento de la muerte. Dado que hoy en día es un tema que levanta tanto pavor, es normal que su Santidad lance los mensajes como si fuéramos niños pequeños, pero Vds., vayan más allá, porque están a otro nivel ¿Qué quiso decir exactamente? Simplemente que debemos dejar previsto todo lo que concierne a nuestro cuerpo, porque lo relacionado con el alma, sino lo hemos hecho antes, poca solución tiene después. Si pensamos en ese instante, ¿A Vds. les gustaría que les metieran en un horno crematorio a 900 grados, repito, 900 grados y achicharraran su cuerpo como si fuésemos un faisán a la parrilla? Después de eso, díganme como alguien puede distinguir las cenizas, de la caja o de la ropa. Como una limpieza casera, todo al mismo cesto ¿No merecemos más respeto? Al final del artículo, pueden encontrar un enlace en el que se muestra el proceso de incineración de un cuerpo. Si Vds. van a decantarse por esta opción, lo normal y justo es que se informen y vean exactamente que es lo que pasa cuando se llevan el cuerpo, cierran la puerta y pasadas unas horas, nos devuelven una tarrina. ¿Qué hay ahí dentro exactamente, sigue siendo papá o es un compendio de varias cosas? ¡Centrémonos! “nuestro cuerpo es templo del Espíritu Santo”.
    Corpus vestrum templum est Spiritus Sancti, qui in vobis est, quem habetis a Deo”(1 Corintios, 6-19)


    Si volvemos a situarnos en la Biblia, imagínense la cara que le hubiera quedado a Nuestro Señor cuando se dirigió a la tumba de Lázaro, si le hubieran quitado una urna con las cenizas, ¿Qué habría pasado? Lázaro llevaba cuatro días en el sepulcro cuando el Señor obró el milagro. Los Evangelios no son un cuento de los Hermanos Grimm, narran fielmente la vida de Jesús.

    “Lázaro, ven afuera”

    “El muerto salió con los pies y las manos atados con vendas, y el rostro envuelto en un sudario” (Juan 11,44)


    A lo largo de la historia, hemos visto como personas que murieron en olor de Santidad, al exhumar su cadáver, este, ha aparecido totalmente incorrupto, como por ejemplo, Bernardita Soubirous, Don Bosco, San Juan de la Cruz, o en el caso de Margarita María de Alacoque, su cerebro, la incorruptibilidad del cuerpo es una gran milagro, obra de Dios.

    Unida a esta práctica totalmente pagana, de incinerar el cuerpo, surge también la idea de la supresión de los Funerales. Pueden Vds. preguntar en sus Parroquias si se siguen celebrando los mismos que hace unos años. Las empresas funerarias se encargan de todo y en una fría sala multiusos en la que se realizan actos de todo tipo, allí, se oficia una Misa, en muchos casos con el permiso de los Obispos, en otros, los Sacerdotes obrando por cuenta y riesgo desobedeciendo las normas…Se presentan las dos casuísticas. No obstante, lo que está claro es que siempre son Misas express, en veinte minutos se finaliza con lo que se considera un mero trámite y como la gente, precisamente lo ve así, como una formalidad, actualmente, la tendencia, es que están dejando de realizarse. En estos momentos, apenas se celebran Funerales, llegará un día, no muy lejano en el que no sabremos ni el significado de los mismos.

    “La solicitud por los cadáveres, considerada obligación primaria de la piedad familiar, se remite a las funerarias. Han caído en desuso los ritos con que la Iglesia manifestaba la importancia otorgada al destino eterno, a la inmortalidad y a la resurrección. La familia, celebrada por la nueva teología como la Iglesia doméstica, ya no conoce ningún culto a los muertos” (Iota Unum-Romano Armenio)


    Acudía esta semana al entierro del Padre Damián, Sacerdote perteneciente a la orden del Cister. Presenciar como los monjes despiden a un miembro de su comunidad, es una catequesis de cómo debe tratarse el cuerpo de un fallecido, hasta hace unas horas, lugar donde moraba un alma. Expuesto en una caja fúnebre en la Iglesia y con una Misa de Exequias, el Obispo, con Casulla negra, color que simboliza el duelo y no otros colores como exhiben muchos Sacerdotes, que son capaces hasta de salir de blanco en un funeral y cantar la Salve Rociera, como ya se ha visto recientemente. Un circo.

    Créanme si les digo que es positivo que dejemos previsto todo esto, porque antes o después llega el día y sino queremos que le prendan fuego a nuestro cuerpo, si deseamos un entierro Cristiano y una Santa Misa en sufragio por nuestra alma, es mejor dejarlo todo planificado, ya que, en ocasiones la familia puede optar por una decisión muy contraria a la que nosotros hubiéramos tomado, acorde a nuestra vida de Católicos. Pensémoslo con calma. No se trata de juzgar ni de condenar, sino de
    reflexionar.

    “Las exequias eran una expresión de piedad y sufragio, y el cadáver era honrado con luces, inciensos, y aspersiones de agua bendita. No pronunciaba el sacerdote ningún elogio del difunto y más bien incluso les estaba prohibido quedarse a escuchar las oraciones fúnebres. La memoria y los sufragios por el difunto eran renovados in die septima e in die trigesima, y se celebraban los aniversarios cantándose también el oficio de los muertos” (Iota Unum-Romano Armenio)


    Sonia Vázquez





    Vídeo de una incineración


    <u><strong>



    ¿Está mal incinerar a nuestros seres queridos? | Adelante la Fe
    Última edición por Hyeronimus; 30/05/2015 a las 18:47

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    Re: La liquefacción de cadáveres

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    Nuestro cadáver merece una dignidad

    Oro supplex et acclinis,
    cor contritum quasi cinis:
    gere curam mei finis.
    Lacrimosa dies illa,
    qua resurget ex favilla,
    Judicandus homo reus.
    huic ergo parce, Deus:
    Pie Jesu Domine,
    Dona eis réquiem. Amen”
    Cada vez es más frecuente entre nosotros, los Católicos, que nos dejemos contagiar por costumbres mundanas y que tan poco tienen que ver con nuestra Fe y con lo que nos manda la Iglesia. Estamos en el mes de Noviembre, en el que, especialmente, recordamos a las Benditas Ánimas del Purgatorio. La oración por nuestros difuntos y el recuerdo de su presencia entre nosotros, parece estar llamado a desaparecer.


    De un tiempo a esta parte, se ha ido dando paso a las “ceremonias” civiles y hemos arrinconando lo que se nos ha transmitido de generación en generación, olvidando, incluso, lo que nos enseña el Catecismo y la Santa Madre Iglesia.


    Nuestro cuerpo, es Templo del Señor” y merece un respeto tanto en vida, como cuando ya somos cadáveres.Cada vez es más habitual la incineración y el esparcimiento de las cenizas de los difuntos por cualquier sitio de nuestra geografía: ríos, mares, montañas…O también, nos puede suceder, que nos encontremos tomando café en la casa de algún conocido y las cenizas del difunto estén al lado del azucarero, “es mamá”.


    La Iglesia, permite la cremación y la exhumación, pero sin duda, el Católico, no debe perder de vista el ejemplo de Nuestro Señor: Su cuerpo fue depositado en un sepulcro y allí descansó hasta la resurrección. ¿No nos dice nada a nosotros todo esto? “José tomó el cuerpo, lo envolvió en una sábana limpia y lo depositó en un sepulcro nuevo que se había hecho cavar en la roca.”(Mateo, 27).Nuestro cuerpo, no es un escombro del que haya que librarse y dejar tirado por cualquier sitio. He acudido a alguna funeraria, en la que las cenizas de los difuntos han quedado allí, olvidadas, consciente o inconscientemente por parte de la familia y desafortunadamente, no son hechos aislados. Las familias recogen las posesiones, pero del cuerpo, que se ocupe otro.


    La Iglesia aconseja vivamente que se conserve la piadosa costumbre de sepultar el cadáver de los difuntos; sin embargo, no prohíbe la cremación, a no ser que haya sido elegida por razones contrarias a la doctrina Cristiana” (Código Derecho Canónico-Canon 1176)


    Estamos obligados a enterrar a nuestros difuntos
    , así nos lo señalan las Obras de Misericordia ¿Cómo podemos tener los restos de una persona en la mesa de un salón, como quien tiene allí un cenicero? Algunos, arrojan las cenizas al mar, porque les parece más romántico, otros las esparcen por el monte…Un despropósito tal, que hasta medio ambiente ha tenido que avisar de la incorrección de todas estas acciones, ya que provocan contaminación. No hace muchos meses, veía anunciado en el periódico, una empresa que ofrecía distintas opciones para las cenizas del difunto, desde plantar un árbol en el que ponían una placa con el nombre del finado, hasta otras posibilidades más pintorescas. ¿Es que nuestro cuerpo es abono para las plantas? ¡Que pobreza espiritual llegar a estos extremos!…“Los cuerpos de los difuntos deben ser tratados con respeto y caridad en la fe y la esperanza de la resurrección. Enterrar a los muertos es una obra de misericordia corporal que honra a los hijos de Dios, templos del Espíritu Santo” (Catecismo de la Iglesia Católica, 2300)


    Y como siempre, hasta en nuestros ambientes parroquiales, nos encontramos con que hay personas que dicen que la Iglesia, no tiene que opinar de esto. ¿De qué debería opinar entonces la Iglesia, sino es de las cosas de Dios? ¿No se debe preocupar una Madre por sus hijos?


    Nunca se despreció tanto, el cuerpo y la memoria de nuestros antepasados, como hoy en día. El objetivo es olvidar cuánto antes y “quitarnos el muerto de encima”, nunca mejor dicho.


    Desde niña acudo al cementerio, tal y como me lo transmitieron mis padres, para rezar, no solo por mis difuntos, sino por todas las Almas que lo puedan necesitar. Un paseo por el Campo Santo, nos hace ir leyendo los nombres que figuran en las lápidas, e ir uniéndolos a nuestras oraciones, mientras vamos rezando el Santo Rosario. Gente que falleció en otro siglo, personas que ya nadie reza por ellas…Todo un sinfín de posibilidades para un Católico. ¿Cómo podemos plantearnos no darle un sitio digno al cuerpo de nuestros propios familiares? No es raro escuchar que el deseo del finado era ser esparcido ¿Puede alguien querer que su cuerpo no sea tratado con dignidad, cuando se habla tanto, incorrectamente, de “muerte digna”? Hoy en día vemos hasta cementerios para perros en los cuales, se les hace hasta una ceremonia ¿No merecen los Hijos de Dios, más honra que el cadáver de un animal? La dignidad estriba en que nuestro cuerpo, sea tratado con respeto.


    Con cuánto celo y amor se enterraron los cuerpos de San Juan Bosco, Teresita de Liseaux, Santa Bernardita, entre otros, y gracias a ello, hoy, son venerados de manera pública por todos nosotros. ¿Qué hubiera pasado si los hubieran arrojado al mar?
    La sola imagen del cuerpo de estos Santos, nos invitan a luchar por nuestra propia Santidad
    . En los casos de incorruptibilidad de sus cuerpos, queda demostrado, contra toda ciencia, que no son propiedad nuestra, sino de Dios y por Él, debemos darles la Gloria que merecen.


    Muchas almas difuntas se sentían aliviadas al ver gente orante en los cementerios. Aunque sus oraciones no estaban dirigidas a ellos” (Visiones de la Beata Ana Catalina Emmerich)


    Sonia Vázquez

    Nuestro cadáver merece una dignidad | Adelante la Fe

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