A fantástica aventura de Garcia Moreno, Presidente do Equador
Um Presidente que não cindia a ética da convicção da ética da responsabilidade e que entendia a política na sua verdadeira dimensão de actividade moral ordenada à obtenção do bem comum do todo social (e não como jogo maquiavélico dominado por meras conveniências conjunturais e sórdidos cálculos oportunistas). Um exemplo sempre actual e para a actualidade.
Publicada por JSarto em Segunda-feira, Maio 24, 2010 Comments (2)
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