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Tema: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

  1. #1
    Avatar de Hyeronimus
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    O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual


    Piercings, tatuagens e operações cirúrgicas feitas com o objetivo de deformar o corpo são estimulados pela Church of Body Modification.


    Fãs de Marilyn Manson* que se diz “cidadão do inferno” — renunciando publicamente ao Céu e se consagrando a Lúcifer, durante um show do roqueiro.


    Sidney Silveira
    O demônio luta para apartar de Deus o maior número possível de almas. Com as suas tentações, obsessões ou possessões, o Maligno age em todos os âmbitos da vida humana com o sistemático propósito de deformar as almas conformando-as a si — e, por conseguinte, apartando-as da religião fundada por Cristo em pessoa, hoje tão combalida pelo modernismo que corrompe a sua doutrina em nível até então inimaginável. Esta é, a propósito, a grande luta que serve como sombrio pano de fundo de absolutamente toda a história humana, desde o paraíso edênico até o Juízo Final. Sendo assim, por trás de todas as filosofias errôneas, por trás de toda deformação do bem comum político, por trás de todo esfriamento da fé que as almas tíbias experimentam, por trás de todas as distrações pecaminosas que o mundo oferece, por trás de toda maldade, direta ou indiretamente, está o inimigo da nossa salvação.
    Como não poderia deixar de ser, a deformidade de uma alma que se deixa seduzir pelo mal sempre acarreta reflexos para o corpo: seja o indolente abatido pela acídia; seja o descontrolado que não teve a fortaleza para reprimir os impulsos da ira má; seja o lúbrico cuja luxúria se deixa entrever no olhar e, também, na tensão de certos movimentos corporais; seja o murmurador que destila a sua inveja contra aqueles cuja excelência, espititual ou material, odeia; seja o comilão que chafurda porcinamente na gula; seja o ganancioso deprimido pela própria avareza, que o torna tão infeliz; seja o pretensioso que por sua vaidade faz malabarismos para colocar-se acima das demais pessoas; em suma, em todos esses casos, o corpo (ao qual a alma está indissociavelmente ligada como princípio superior) dá sempre algum sinal das patologias anímicas.
    Mas diga-se que deformar o espírito é o propósito maior do demônio, sendo as deformidades corporais um acidente, em sentido metafísico. A sua meta é tornar o espírito humano canhestro, mesquinho, desmedidamente autoconfiante, soberbo, ganancioso, invejoso, distraído dos valores espirituais, avaro, vanglorioso, fantasmagoricamente sensual, refém de uma eriçada escrupulosidade, pusilânime no cumprimento dos deveres morais mais elementares, etc. Por essas e outras, ensina Santo Tomás na Suma Teológica que não pode haver amizade entre homens e demônios, pelo seguinte: em sentido próprio, a amizade é a comunicação objetiva de bens espirituais, e uma criatura cuja inteligência seja obcecada pela soberba e a vontade esteja obstinada no mal não pode comunicar esse tipo de bens de ordem superior.
    Ora, toda vez que comunicamos a alguém um conteúdo inteligível qualquer, antes desconhecido por aquela pessoa — uma notitia veritatis —, diz-se por analogia que a estamos ‘iluminando’. Iluminar, pois, é manifestar a verdade e, manifestando-a, mostrar a fundamental relação dela com o fundamento de todas as verdades: Deus. Mas não podem os demônios fazer isto justamente por causa de sua perversidade supina, que adere ao mal sem paixões e com plena ciência, razão pela qual o Doutor Angélico afirma que o objetivo do demônio é diametralmente oposto a essa iluminação que culmina em Deus: é subtrair as pessoas da ordem divina, manipulando o pior tipo de mentiras — aquelas que usam de verdades isoladas para levar os homens ao erro com relação aos bens espirituais. Daí ser ele propriamente o ‘pai da mentira’, o pater mendacii.
    Pois bem: começou-se dizendo que o mal da alma afeta o corpo. Ora, num mundo em que a Igreja depõe, a olhos vistos, o Magistério que custodia as verdades ensinadas por Cristo, nada mais conseqüente e lógico do que a multiplicação das deformidades espirituais e, também, das corporais. Hoje assistimos a uma satanização em massa, algo sem precedentes na história humana — por intermédio daquilo a que os idiotas chamam ‘cultura’ —, sob a omissão sumamente culpável das autoridades eclesiásticas, que, não raro a pretexto de defender a ‘liberdade’ de expressão, deixam de condenar publicamente os erros e as barbaridades mais gritantes que afastam o homem de Deus. Assim, vemos grandes hordas de pessoas moral e fisicamente deformadas caminhar loucamente para o Inferno, muitas vezes sem o saber, amputando em si não apenas a semelhança divina, mas também deformando o corpo de forma impressionante.
    Na música, no cinema, no teatro, na literatura, na política, e, enfim, na filosofia, vemos claros sinais de práticas e idéias que literalmente fecham o homem ao influxo da graça. Ora, em qual época poderíamos conceber a existência de uma Church of Satan, como a que foi fundada nos EUA? Nem mesmo entre os pagãos! Em qual época poderíamos conceber ‘artistas’ que são claramente adoradores do Maligno, como por exemplo o roqueiro Marilyn Manson, que rasga bíblias em seus shows e pede aos centenas de milhares de jovens que o assistem que renunciem publicamente a Cristo e aceitem a Lúcifer como seu ‘mestre’ (cfme. foto acima)? Em qual época poderíamos conceber uma Igreja da Modificação do Corpo (Church of Body Modification), na qual os adeptos materializam no próprio corpo — consciente ou inconscientemente — os sinais mais gritantes de ódio a Deus?

    Por isso digo, amigos: nunca a omissão da Igreja foi tão culpável, pois hoje, com a Internet, com um sistema de informações quase instantâneo em nível global, seria muito fácil não apenas evangelizar ex cathedra, como condenar solenemente essa cultura dos infernos. Ao escrever isto acabo de me lembrar de um padre neoconservador aqui do Rio de Janeiro — um desses afogados no superficialismo formalista — que me disse, para assombro meu, que a Igreja não pode anatematizar nada no plano da cultura, para não fazer publicidade das coisas más... Ao que respondi dizendo que a causa final do anátema não é haver ou não publicidade no mundo de determinada obra ou mentira, mas trabalhar para salvar as almas da perdição por meio de uma clara e magisterial defesa da verdade cristã e conseqüente condenação dos erros. A continuar nesse compasso, periga acabar bispo esse padre!
    O fato é que a Igreja prefere hoje dizer que não canoniza nenhuma filosofia em detrimento das demais (como na mencionada Fides et ratio); prefere pregar o ecumenismo, em detrimento do discurso apostólico de conversão a Cristo e ataque aos falsos cultos e às falsas religiões. Alguém porventura imagina São Paulo, o Apóstolo dos Gentios, dizendo aos romanos que gostaria de manter com eles um frutuoso diálogo inter-religioso e crescer em comunhão na verdade e no aprendizado com os seus deuses pagãos? Porventura Cristo pode aprender algo com Nicodemos ou, o que é pior, com os mitólogos gregos ou romanos? Ora, pensemos nos mártires que cristianizaram o mundo dando o seu sangue, e teremos noção do tamanho da absurdidade do ecumenismo, em qualquer das suas sofísticas formulações...
    Encerro este breve texto observando que, de todas as maldades coordenadas pelo Maligno e por seus malditos servidores humanos, as mais sutis são as que se infiltram na filosofia e, também, na teologia, pois impedem a formação de uma elite espiritual sem a qual nenhuma sociedade pode tonar-se sã. Invertem a ordem das verdades e inoculam entre elas um conjunto de erros tão metodicamente perpetrados, que a sua ação impressiona a quem se colocou em situação capaz de testemunhá-la. Noutro texto, falaremos de algumas dessas idéias difundidas no mercado ínfero-brasileiro das pseudofilosofias liberais.
    * Onde estava escrito o nome de outro satanista, Charles Manson, leia-se Marilyn Manson. Na hora de escrever troquei os nomes, por distração... De toda forma, seja um ou outro, o que importa é que são odiosas tais criaturas, assim como todas as que lhes prestam um diabólico culto idolátrico — e ter contato voluntário com elas, procurando saber amiúde ou com riqueza de detalhes o que fazem e como fazem, implica por si só um enormíssimo pecado que clama aos céus. Basta saber que são publicamente contra Cristo e a favor do demônio para que as odiemos com todas as nossas forças e nos apartemos delas.


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  2. #2
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    Re: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    Por isso digo, amigos: nunca a omissão da Igreja foi tão culpável,

    Culpable la Iglesia ¿de qué?
    Pedro tiene las llaves del Cielo y los católicos siguen yendo al Cielo obedeciendo a sus pastores EQUIVOCADOS O NO. De eso se trata, de ir al Cielo y punto. ¿Cual es el problema?
    ¿O es que acaso ya no van al Cielo los católicos de a pie desde el Vaticano II y de reuniones ecuménicas sacrílegas papales con brujos, budistas y herejes, como la Reunión de Asís de 1986?
    El papa anterior ya se reunió innumerables veces con chamanes, brujos y adoradores de Shiva y participó en sus ritos, y su memoria es adorable para la mayoría de católicos Y VA CAMINO DE LOS ALTARES.
    Aunque este papa, u otro futuro, se reúna con Marlyn Manson y participe en sus liturgias satánicas, y las apruebe, u aunque el mismo papa lleve piercings y tatuajes, aun así, seguirá “confirmando en la Fe”; y por tanto, continuará enviando a los católicos al Cielo :“Te doy las llaves del Cielo y las puertas del infierno nunca prevalecerán”.

  3. #3
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    Re: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    Em qual época poderíamos conceber ‘artistas’ que são claramente adoradores do Maligno, como por exemplo o roqueiro Marilyn Manson, que rasga bíblias em seus shows e pede aos centenas de milhares de jovens que o assistem que renunciem publicamente a Cristo e aceitem a Lúcifer como seu ‘mestre’
    ¿Por qué no puede el satánico Marilyn Manson ser un "medio de salvación" al estilo de las religiones budistas, mahometanas, chamánicas etc. propugnadas por el Vaticano II? ¿O solo los satanistas quedarían excluidos de la salvación universal? No, eso no puede ser.
    ¿Por qué la quema de biblias y aclamar a Lucifer no podría ser también un "medio de salvación"?
    ¿Qué diferencia hay entre el satánico Marylin Manson y los brujos y hechiceros con que se reunió Juan Pablo II en Asís en 1986, y en sus viajes a Togo en África y en la India, donde participó en sus ceremonias?
    ¿O su reunión con chamanes indios de EEUU donde le encasquetaron el gorro de plumas de los pieles rojas?

    Conclusión: hasta donde alcance que haya alguien a quien "llamar Papa de Roma" llegará eso de que las "puertas del infierno no prevalecerán". Haga ese papa lo que haga.
    No preocuparse de culpabilidades de magisterio y doctrina papales.

  4. #4
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    Re: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    Cita Iniciado por ALACRAN Ver mensaje
    Culpable la Iglesia ¿de qué?
    Pedro tiene las llaves del Cielo y los católicos siguen yendo al Cielo obedeciendo a sus pastores EQUIVOCADOS O NO. De eso se trata, de ir al Cielo y punto. ¿Cual es el problema?
    ¿O es que acaso ya no van al Cielo los católicos de a pie desde el Vaticano II y de reuniones ecuménicas sacrílegas papales con brujos, budistas y herejes, como la Reunión de Asís de 1986?
    El papa anterior ya se reunió innumerables veces con chamanes, brujos y adoradores de Shiva y participó en sus ritos, y su memoria es adorable para la mayoría de católicos Y VA CAMINO DE LOS ALTARES.
    Aunque este papa, u otro futuro, se reúna con Marlyn Manson y participe en sus liturgias satánicas, y las apruebe, u aunque el mismo papa lleve piercings y tatuajes, aun así, seguirá “confirmando en la Fe”; y por tanto, continuará enviando a los católicos al Cielo :“Te doy las llaves del Cielo y las puertas del infierno nunca prevalecerán”.
    Cita Iniciado por ALACRAN Ver mensaje

    ¿Por qué no puede el satánico Marilyn Manson ser un "medio de salvación" al estilo de las religiones budistas, mahometanas, chamánicas etc. propugnadas por el Vaticano II? ¿O solo los satanistas quedarían excluidos de la salvación universal? No, eso no puede ser.
    ¿Por qué la quema de biblias y aclamar a Lucifer no podría ser también un "medio de salvación"?
    ¿Qué diferencia hay entre el satánico Marylin Manson y los brujos y hechiceros con que se reunió Juan Pablo II en Asís en 1986, y en sus viajes a Togo en África y en la India, donde participó en sus ceremonias?
    ¿O su reunión con chamanes indios de EEUU donde le encasquetaron el gorro de plumas de los pieles rojas?

    Conclusión: hasta donde alcance que haya alguien a quien "llamar Papa de Roma" llegará eso de que las "puertas del infierno no prevalecerán". Haga ese papa lo que haga.
    No preocuparse de culpabilidades de magisterio y doctrina papales.
    Desde luego, e independientemente de lo que pueda haber de criticable en cuestiones puntuales, esto es una suma de disparates en sus propios términos. Que el VII ha traído errores, sin dudarlo. Pero no se puede falsear la verdad, no se puede manipular al antojo de cada cual los hechos, no se pueden lanzar sofismas sin encontrar la adecuada respuesta, ¿qué tiene de perverso, de herejía, de condenable, REZAR POR LA PAZ EN EL MUNDO conjuntamente con representantes de otras religiones? En las palabras del JPII dirigidas a TODO EL MUNDO dejó bien claras cuáles eran las GRANDES DIFERENCIAS entre los asistentes. Pero igual es que hubiera sido mejor REZAR POR LA GUERRA. El texto completo de aquella Jornada por la Paz en Asís, se puede leer en el enlace.


    Jornada mundial de oración por la paz. Asís 1986


    Sinceramente, creo que usted tiene un severo problema pero, por favor, no lo haga extensible a otros que vemos las cosas de un modo diferente a usted.
    "He ahí la tragedia. Europa hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma europea choca con una realidad artificial anticristiana. El europeo se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.

    <<He ahí la tragedia. España hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma española choca con una realidad artificial anticristiana. El español se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.>>

    Hemos superado el racionalismo, frío y estéril, por el tormentoso irracionalismo y han caído por tierra los tres grandes dogmas de un insobornable europeísmo: las eternas verdades del cristianismo, los valores morales del humanismo y la potencialidad histórica de la cultura europea, es decir, de la cultura, pues hoy por hoy no existe más cultura que la nuestra.

    Ante tamaña destrucción quedan libres las fuerzas irracionales del instinto y del bruto deseo. El terreno está preparado para que germinen los misticismos comunitarios, los colectivismos de cualquier signo, irrefrenable tentación para el desilusionado europeo."

    En la hora crepuscular de Europa José Mª Alejandro, S.J. Colec. "Historia y Filosofía de la Ciencia". ESPASA CALPE, Madrid 1958, pág., 47


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  5. #5
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    Re: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    Me temo que la cosa es más grave que un acto políticamente correcto en pro de una paz entendida al modo masónico, una paz abstracta, transversal e independiente de la Verdad y ajena al Dios católico. Que si sólo hubiera sido eso ya habría sido bastante grave.

    Asís fue el mayor acto de la herejía ecumenicista que ha habido, donde todas las religiones se presentaron como iguales, y con la "oración" no se transmitió nada salvo el indiferentismo religioso hecho ejemplo y virtud, como si todas las religiones pudieran orar verdaderamente. Actos sacrílegos terribles como la colocación de estatuas de Buda y otros idolillos al lado de hostias consagradas sobre los altares, todo al mismo nivel, para que todos fueran adorados a la vez, sucedieron allí.

    Asís fue un insulto a todos los católicos y sobre todo a la memoria de los mártires, muchos de los cuales podrían haber salvado sus vidas haciendo mucho menos de lo que Juan Pablo II hizo en Asís en 1986 por agradar al mundo. Todo en Asís fue perverso y herético. Hay información a toneladas sobre eso, escrita por los muchos católicos justamente indignados en el momento. Lo sucedido allí es sencillamente un horror.

    Asís por si solo es motivo suficiente para colocar a Juan Pablo II en la lista de papas nefastos, expandiendo el error ecumenicista y el indiferentismo religioso, igual que otros papas antes en la historia extendieron otras herejías.

    Por desgracia en esto del ecumenismo no podemos hablar de casos puntuales de abuso, este error está instalado de forma sistemática y se hace pasar por correcta doctrina cuando no lo es. Debe ser denunciado y combatido siempre.
    Aquí corresponde hablar de aquella horrible y nunca bastante execrada y detestable libertad de la prensa, [...] la cual tienen algunos el atrevimiento de pedir y promover con gran clamoreo. Nos horrorizamos, Venerables Hermanos, al considerar cuánta extravagancia de doctrinas, o mejor, cuán estupenda monstruosidad de errores se difunden y siembran en todas partes por medio de innumerable muchedumbre de libros, opúsculos y escritos pequeños en verdad por razón del tamaño, pero grandes por su enormísima maldad, de los cuales vemos no sin muchas lágrimas que sale la maldición y que inunda toda la faz de la tierra.

    Encíclica Mirari Vos, Gregorio XVI


  6. #6
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    Re: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    En el sexto o séptimo documento recogido en el enlace, se encuentran frases como las que siguen bajo el epígrafe Catequesis del Papa y pronunciadas por JPII:

    -"Si, sólo en Cristo los hombres pueden ser salvados"... "Ningún otro puede salvar..."

    -"Lo que acontecerá en Asís, no será ciertamente sincretismo religioso, sino sincera actitud de oración a Dios en el respeto mutuo..."

    -"Ciertamente no se puede rezar juntos, es decir, hacer una oración común..."

    Recogido en "L'Osservatore Romano", edición española, el 26-X-1986.

    Pienso que la cuestión es muy grave, sí, pero vista desde cualquier ángulo, desde cualquier posición en la que cada uno se encuentre. Desde luego, y en lo que a mi concierne, no me considero en condiciones de juzgar ni intenciones, ni actos. El ecumenismo instaurado en el VII parece haber dado más problemas que soluciones. Posiblemente, aunque la intención fuera buena, los resultados en manos tan diversas y en situaciones y escenarios tan diferentes como hay por el mundo y a lo largo de casi 50 años, han sido negativos, muy negativos y hasta nefastos. Pero, no se puede entender que un Papa, a plena conciencia, incurra en toda una secuencia de herejías, de todas las habidas y por haber. Eso, no es concebible racionalmente. Tampoco es concebible que una alarma generalizada no se extendiese inmediatamente a raíz del comienzo de tal secuencia herética. No es razonable pensar que sólo unos pocos tuviesen la clarividencia suficiente y el juicio sereno necesario para tomar una postura de crítica a unos acontecimientos tan condenables. No lo es, por tanto algo más ha habido --y todavía perdura--, en esta hora de tribulación para La Santa Madre Iglesia. Ahora bien, no por ello se ha de condenar a millones y millones de católicos "acríticos" que siguen la Doctrina. Al fin y al cabo, los Apóstoles fueron enviados a predicar entre los lobos y eso no los convirtió precisamente en herejes.
    "He ahí la tragedia. Europa hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma europea choca con una realidad artificial anticristiana. El europeo se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.

    <<He ahí la tragedia. España hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma española choca con una realidad artificial anticristiana. El español se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.>>

    Hemos superado el racionalismo, frío y estéril, por el tormentoso irracionalismo y han caído por tierra los tres grandes dogmas de un insobornable europeísmo: las eternas verdades del cristianismo, los valores morales del humanismo y la potencialidad histórica de la cultura europea, es decir, de la cultura, pues hoy por hoy no existe más cultura que la nuestra.

    Ante tamaña destrucción quedan libres las fuerzas irracionales del instinto y del bruto deseo. El terreno está preparado para que germinen los misticismos comunitarios, los colectivismos de cualquier signo, irrefrenable tentación para el desilusionado europeo."

    En la hora crepuscular de Europa José Mª Alejandro, S.J. Colec. "Historia y Filosofía de la Ciencia". ESPASA CALPE, Madrid 1958, pág., 47


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  7. #7
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    Re: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    Ya es demasiado tarde para ponerme a desglosar acerca de algunos aspectos sobre ciertos modos o formas, como dejarse poner las plumas de los sioux, dejando las verdaderas cuestiones de fondo, que son las que interesan, al margen. Pero, como supongo que el hilo seguirá abierto, tiempo habrá para ello.
    "He ahí la tragedia. Europa hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma europea choca con una realidad artificial anticristiana. El europeo se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.

    <<He ahí la tragedia. España hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma española choca con una realidad artificial anticristiana. El español se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.>>

    Hemos superado el racionalismo, frío y estéril, por el tormentoso irracionalismo y han caído por tierra los tres grandes dogmas de un insobornable europeísmo: las eternas verdades del cristianismo, los valores morales del humanismo y la potencialidad histórica de la cultura europea, es decir, de la cultura, pues hoy por hoy no existe más cultura que la nuestra.

    Ante tamaña destrucción quedan libres las fuerzas irracionales del instinto y del bruto deseo. El terreno está preparado para que germinen los misticismos comunitarios, los colectivismos de cualquier signo, irrefrenable tentación para el desilusionado europeo."

    En la hora crepuscular de Europa José Mª Alejandro, S.J. Colec. "Historia y Filosofía de la Ciencia". ESPASA CALPE, Madrid 1958, pág., 47


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  8. #8
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    Re: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    Lo anterior que escribí es un ejemplo de lógica... forzada... sobre cómo desentenderse del problema de la culpabilidad de la Iglesia actual de que hablaba el artículo.

    En la denuncia de hechos (supuestamente) heréticos de los últimos papas hay dos problemas preliminares que paralizan toda crítica hacia ellos:

    Los denunciantes de los hechos y escritos de tal Papa NO tienen autoridad por ellos mismos, y frente a un Papa – dotado, como está, de “garantía de catolicidad 100%”- todo lo que se diga en su contra va al traste, por bien documentado que esté con el Magisterio tradicional.
    Y qué decir si, encima, “las puertas del infierno nunca prevalecerán contra él".
    (Cosa que antes se entendía como preservativo de barbaridades papales, pero desde hace algunas décadas, es al revés: como que las mayores barbaridades imaginables no son realmente tales barbaridades, ...SI las hace o dice el papa)
    Además, “ser obediente” es una condición religiosa del católico, sine qua non, recompensada con un fondo algo egoísta de “ir al Cielo”, prometido por obedecer.
    En cambio la pureza doctrinal como tal nunca ha regido entre católicos, y un cierto sentido común (aunque rudo) impele a los fieles a “obedecer al papa cueste lo que cueste”; “es una prueba de obediencia que manda Dios”,) etc

    La segunda es que el lado amable de los actos y escritos papales –aunque casi siempre mezclado con errores - impide al católico medio discernir las herejías que contienen.
    El católico siempre tiende a ver en los mensajes o actos papales la botella medio llena de verdad y no medio vacía.
    Y máxime cuando estos últimos papas, (...ellos dirán que “armoniosamente”) camuflan los errores (...ellos dirán: “las nuevas verdades del Vaticano II”) con palabras ambiguas y amables a los oídos católicos.
    Tanto es así que ningún católico medio distinguiría textos protestantes clásicos de una encíclica papal de estos últimos años: con que lo escrito "suene bien" a los oídos católicos, con que se siga "hablando con respeto" de Cristo, la Virgen etc... ya sería católico (¡¡!!) Hablar con repeto y sonar bien, son cosa muy corta para un católico.

    El papado, por su poder absoluto, que fue garantía de veracidad y firmeza en siglos pasados, una vez ya dañado, ha pasado a ser la peor forma de corrupción del catolicismo.
    Duro es decirlo, pero envidia da ver como el Islam y el Judaísmo se mantienen incólumes a herejías internas gracias a la ausencia de cabezas visibles con poder absoluto sobre sus fieles y sus dogmas.
    Última edición por ALACRAN; 17/12/2010 a las 16:11

  9. #9
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    Re: O demônio no corpo e na alma: reflexos do inferno na cultura atual

    Libros antiguos y de colección en IberLibro
    Cita Iniciado por ALACRAN Ver mensaje
    Lo anterior que escribí es un ejemplo de lógica... forzada... sobre cómo desentenderse del problema de la culpabilidad de la Iglesia actual de que hablaba el artículo.

    En la denuncia de hechos (supuestamente) heréticos de los últimos papas hay dos problemas preliminares que paralizan toda crítica hacia ellos:

    Los denunciantes de los hechos y escritos de tal Papa NO tienen autoridad por ellos mismos, y frente a un Papa – dotado, como está, de “garantía de catolicidad 100%”- todo lo que se diga en su contra va al traste, por bien documentado que esté con el Magisterio tradicional.
    Y qué decir si, encima, “las puertas del infierno nunca prevalecerán contra él".
    (Cosa que antes se entendía como preservativo de barbaridades papales, pero desde hace algunas décadas, es al revés: como que las mayores barbaridades imaginables no son realmente tales barbaridades, ...SI las hace o dice el papa)
    Además, “ser obediente” es una condición religiosa del católico, sine qua non, recompensada con un fondo algo egoísta de “ir al Cielo”, prometido por obedecer.
    En cambio la pureza doctrinal como tal nunca ha regido entre católicos, y un cierto sentido común (aunque rudo) impele a los fieles a “obedecer al papa cueste lo que cueste”; “es una prueba de obediencia que manda Dios”,) etc

    La segunda es que el lado amable de los actos y escritos papales –aunque casi siempre mezclado con errores - impide al católico medio discernir las herejías que contienen.
    El católico siempre tiende a ver en los mensajes o actos papales la botella medio llena de verdad y no medio vacía.
    Y máxime cuando estos últimos papas, (...ellos dirán que “armoniosamente”) camuflan los errores (...ellos dirán: “las nuevas verdades del Vaticano II”) con palabras ambiguas y amables a los oídos católicos.
    Tanto es así que ningún católico medio distinguiría textos protestantes clásicos de una encíclica papal de estos últimos años: con que lo escrito "suene bien" a los oídos católicos, con que se siga "hablando con respeto" de Cristo, la Virgen etc... ya sería católico (¡¡!!) Hablar con repeto y sonar bien, son cosa muy corta para un católico.

    El papado, por su poder absoluto, que fue garantía de veracidad y firmeza en siglos pasados, una vez ya dañado, ha pasado a ser la peor forma de corrupción del catolicismo.
    Duro es decirlo, pero envidia da ver como el Islam y el Judaísmo se mantienen incólumes a herejías internas gracias a la ausencia de cabezas visibles con poder absoluto sobre sus fieles y sus dogmas.

    Lo primero es agradecerle una respuesta razonada y razonable, en lugar de invectivas de las que no se obtiene nada positivo. En este mensaje voy a dejar de lado ex-profesamente la cuestión papal y centrarme únicamente en la parte relativa al "creyente común". Entiendo muy bien lo que usted dice, es más, sólo hay una conclusión lógica: ausencia o insuficiencia de catequesis para católicos adultos. No obstante, y aún así, no podríamos analizar caso a caso basándonos en un único rasero: capacidad de abstracción, grado de desarrollo cognitivo, adquisición de destrezas --lectura, escritura...-- en la formación académica, nivel obtenido en la misma, edad..., etc. Es decir, aplicando la razón orteguiana del "yo soy yo, y mi circunstancia", cada cristiano es un mundo. De ahí que Dios sea Transcendente y a la par Personal.

    Por todo ello, y disculpe que no me extienda más pues considero que para usted no es necesario, le propongo un ejercicio de meditación personal. Consiste en algo que estoy seguro no le va a costar ningún esfuerzo. El próximo día en el que usted asista a misa, sea a su parroquia habitual o sea en cualquier otra, observe los rostros de los asistentes, incluso sus actitudes, su atención al oficiante, y dígase para sus adentros: "estáis todos condenados". Y, luego, añada mentalmente, "pero yo no, porque conozco la Doctrina y la sigo".

    Quizás le suene fuerte, hasta le parezca una provocación por mi parte, pero le aseguro que no hay tal intención en mi. Sólo le pido que lo haga como ejercicio de reflexión, y después saque usted sus conclusiones. Usted conoce sobradamente Las Escrituras y piense ¿aceptaría Cristo esa sentencia?

    Saludos.
    "He ahí la tragedia. Europa hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma europea choca con una realidad artificial anticristiana. El europeo se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.

    <<He ahí la tragedia. España hechura de Cristo, está desenfocada con relación a Cristo. Su problema es específicamente teológico, por más que queramos disimularlo. La llamada interna y milenaria del alma española choca con una realidad artificial anticristiana. El español se siente a disgusto, se siente angustiado. Adivina y presiente en esa angustia el problema del ser o no ser.>>

    Hemos superado el racionalismo, frío y estéril, por el tormentoso irracionalismo y han caído por tierra los tres grandes dogmas de un insobornable europeísmo: las eternas verdades del cristianismo, los valores morales del humanismo y la potencialidad histórica de la cultura europea, es decir, de la cultura, pues hoy por hoy no existe más cultura que la nuestra.

    Ante tamaña destrucción quedan libres las fuerzas irracionales del instinto y del bruto deseo. El terreno está preparado para que germinen los misticismos comunitarios, los colectivismos de cualquier signo, irrefrenable tentación para el desilusionado europeo."

    En la hora crepuscular de Europa José Mª Alejandro, S.J. Colec. "Historia y Filosofía de la Ciencia". ESPASA CALPE, Madrid 1958, pág., 47


    Nada sin Dios

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